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Oficina da By Mutation no Projeto Retece 28 agosto, 2009

Arquivado em: Cursos, Eventos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 10:46 pm

Nos dias 9 e 10 de setembro, a By Mutation Brasil contribuirá com uma das aulas do projeto Retece desenvolvendo com o grupo peças exclusivas, a partir de doações e roupas em desuso.

Projeto retece

Idealizado e coordenado pelo Instituto Ecotece, o projeto Retece foi premiado pelo Fundo Viva o Amanhã da Avon para ser ampliado com um grupo de mulheres no Jardim Santo André, bairro da periferia da Grande São Paulo. O projeto conta também com o apoio do CDHU (Governo Estadual), que trabalhou a mobilização da comunidade e reformou um galpão do bairro para operar como ateliê.

By mutation

Saiba +:
Projeto Retece ganha prêmio Viva o Amanhã da Avon
Instituto Ecotece estabelece parceria com CDHU para projeto Retece

 
 

Novos tags de Livia Limp

Arquivado em: Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 1:12 pm

A estilista Lívia Limp criou novos tags, com as instruções de cuidados com as peças de roupa, usando a parte interna das caixinhas de produtos do dia a dia e carimbo.

Nestas fotos, frente e verso do tag com o conceito do trabalho.

 www.livialimp.blogspot.com

 
 

Artesanato paraibano na França 27 agosto, 2009

Arquivado em: Eventos, Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 5:50 pm

Os trabalhos de 200 bordadeiras do Agreste Paraibano estarão presentes na Semana Prétáportê, marcada para setembro em Paris, dentro das comemorações do Ano da França no Brasil.

A coleção foi elaborada pelo estilista Ronaldo Fraga.

O ano de 2009 foi denominado Ano da França no Brasil com o principal objetivo de fortalecer a parceria estratégica entre os dois países, e ocorre em reciprocidade ao Ano do Brasil na França, realizado em 2005.

Fonte: Adaptado de Paraiba.com.br

 
 

Osklen, Hering e Cantão apostam em sustentabilidade 26 agosto, 2009

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 10:22 am

A Osklen, Timberland, Hering e Cantão apostam na onda da sustentabilidade para conquistar o consumidor.

Produtos Afroreggae

Afroreggae

Para incentivar o estilo de vida outdoor, a Timberland apoia iniciativas como o Ecomotion - maior corrida de aventura do país - e o Short Adventure, versão mais light do evento.

Já a Hering foi a primeira empresa parceira da campanha “O Câncer de Mama no Alvo da Moda” e, este ano, iniciou parceria semelhante com o Grupo Cultural Afroreggae. A renda das vendas dos produtos é revertida para os projetos sociais da instituição.

A Cantão criou o projeto Reciclagem Cantão, que apresenta soluções que cuidam do lixo têxtil. Materiais descartados como tecidos, refugo de calçados e embalagens são reformulados para virarem novos produtos. 

Outra empresa que nesta onda é a Osklen. Com a criação do movimento e-brigade e, posteriormente, do Instituto-e, tem sido possível divulgar a importância da responsabilidade com o meio ambiente e com a comunidade.

A Grendene também aderiu à sustentabilidade, quando convidou Oskar para redesenhar a sandália Ipanema. Além de criar um produto feito com material reciclado e 0% de resíduo na produção, o diretor de criação encontrou uma maneira de ajudar também a comunidade.

Ipanema

“As marcas aparecem em alguns momentos alinhadas à sustentabilidade, mas não há nada que se destaque muito. Existem oportunidades para que elas se apropriem deste conceito e façam da moda brasileira a moda sustentável”, comenta Sérgio Garrido, da ESPM.

Fonte: Reproduzido e adaptado de Mundo do Marketing, por Sylvia de

Sá. sylvia@mundodomarketing.com.br

 
 

Lançamento do livro Ecobags de Lilian Pacce 24 agosto, 2009

Arquivado em: Eventos, Notícias, Todos Arquivos — lia @ 5:13 pm

Hoje, dia 24 de agosto, é o lançamento oficial do livro “Ecobags - Moda e Meio Ambiente” escrito pela jornalista especialista em moda Lilian Pacce.

No lançamento os presentes participarão de uma mesa-redonda com a presença do secretário Municipal do Verde e Meio Ambiente, Eduardo Jorge, dos irmãos designers Humberto e Fernando Campana, dos estilistas Isabela Capeto e Oskar Metsavaht, além da autora.

A idéia do livro surgiu a partir de uma exposição de 2007 onde a Secretaria do Verde de São Paulo convidou Lilian a conceber uma mostra no Porão das Artes, no Ibirapuera, como parte da campanha “Eu Não Sou de Plástico”. Com prazo curto, a jornalista - que entre tantas atividades, é apresentadora e coordenadora editorial do programa GNT Fashion e crítica do Caderno 2 - convidou estilistas para participar da mostra apresentando “ecobags”. “Eles tiveram 15 dias para criá-las”, conta Lilian, acrescentando que, para sua surpresa, algumas marcas já tinham sacolas prontas. 

A mostra (que já passou por Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre) ficou com 120 modelos, que revelam o estilo único de cada estilista. O livro é um registro dessa ação e nele estão todas as obras que participaram da exposição, apresentadas com imagens e depoimentos de cada criador.

Ecobags: Moda e Meio Ambiente. De Lilian Pacce. Editora Senac. 264 págs 
Lançamento: Livraria da Vila. Avenida Magalhães de Castro, 12.000, Shop. Cidade Jardim. dia 24/08 às 19 horas (mesa-redonda) e 20 horas (lançamento). 

Para adquirir o livro e ainda auxiliar o desenvolvimento do Instituto Ecotece clique aqui
Conheça também outros livros indicados pelo Ecotece na sessão Ler e Ver

Fonte: Estadão

 
 

MorumbiShopping lança projeto Moda Reciclada 22 agosto, 2009

Arquivado em: Eventos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 10:23 am

O MorumbiShopping  lançou o projeto Moda Reciclada, assinado por Alexandre Hercovitch, para tirar as roupas esquecidas no seu armário e doar a quem precisa com um toque de sofisticação e responsabilidade social.

As roupas doadas pelos clientes do shopping, até o dia 21 de setembro, irão para a ONG Florescer, de Paraisópolis, onde as costureiras receberão as orientações de Alexandre para selecionar e fazer uma releitura das peças. 

As novas criações serão feitas num ateliê de vidro dentro do shopping e ficarão expostas por um período.

 Mais informações, acesse: Moda Reciclada

 
 

Moda Eco-chic

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 9:42 am

Nesses tempos em que a sustentabilidade e a preocupação com o meio ambiente ganham força, a Joyful, uma empresa de confecção de Curitiba, juntamente com a área de moda do Senai Paraná, desenvolveram o projeto Malha Eco Chic” (uma malha ecologicamente correta, que atende às expectativas de qualidade e conforto), que teve início em 2007, quando foi aprovado no Edital Senai de Inovação.

Esse projeto propõe mais do que o ambientalmente correto, ecológico, orgânico ou reciclável; propõe um estilo de vida sustentável. “O conceito é a sofisticação. O valor é a sustentabilidade”, diz Adilson Filipaki, proprietário da Joyful e responsável pelo lançamento - no final de junho deste ano - da nova coleção da marca, já com o novo tecido.

A consultora de moda do Senai, Annelise Vaine Castelli, que também é responsável pela coordenação do projeto, conta que toda a inovação se encontra no processo em que são confeccionadas as peças de roupa. Elas são produzidas a partir do tencel - uma fibra feita com polpa de madeira, ou seja, recurso natural e renovável retirado de florestas cultivadas com manejo sustentável - e do algodão orgânico. Depois de passarem por um processo especial, esses materiais se transformam em tecido.

Os envolvidos no projeto inauguraram, também, uma nova loja para a venda das peças, toda paramentada com o conceito de sustentabilidade. Desde o mobiliário até a própria construção, lentes que captam luz para a iluminação e fibras de bananeira para os acessórios decorativos foram usados para criar uma loja “verde”.

A produção fica entre 20% e 30% mais cara do que a tradicional, de acordo com o proprietário.

Para quem quiser conferir, a marca já tem peças expostas em boutiques do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo.

 Fonte: Reproduzido e adaptado de Vila Fashion (Por Tissiane Vicentin (MBPress))

 Joyful - www.joyfulsustentavel.com.br
Tel: (41) 3262-8785

 
 

Ideias para sustentabilidade no varejo 21 agosto, 2009

Arquivado em: Eventos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 2:46 pm

O Wal-Mart lançou esta semana o 2º. Prêmio Varejo Sustentável, aberto a estudantes de nível técnico e universitário, para promover inovação e melhores práticas no cotidiano e na gestão do varejo no Brasil. 

O varejo é uma interface privilegiada entre o setor produtivo e a sociedade. Para estimular o empreendedorismo jovem, o Wal-Mart está estimulando estudantes a buscar alternativas para apoiar a necessidade de redução dos impactos da atividade varejista sobre o meio ambiente e ampliar sua capacidade de favorecer o desenvolvimento social. Segundo Heloísa Helena de Oliveira, da área de Relações Corporativas do WWF, organização não-governamental que apoia o prêmio, a adoção de incentivos para a criatividade de jovens e estudantes é importante para a formação de cidadãos mais comprometidos com a qualidade ambiental e social. 

A vice-presidente de Sustentabilidade do Wal-Mart, Daniela De Fiori, vê na iniciativa uma forma de trabalhar a transparência da atividade de varejo e acredita nos jovens como apoio para que o Wal-Mart e outras empresas do setor superem seus obstáculos socioambientais. “Temos metas globais de eliminação de resíduos, eficiência energética e no uso da água, além de compromissos com a Amazônia e com a construção de um futuro mais sustentável”, disse ela durante o lançamento do prêmio. 

As inscrições para o 2º. Prêmio Varejo Sustentável Wal-Mart Brasil já estão abertas.

O prêmio, que também conta com o apoio do Instituto Envolverde, aceita inscrições de alunos de cursos de graduação em tecnologia, sequenciais ou superiores, de todo o Brasil.

O regulamento e as inscrições até o dia 09 de outubro de 2009, estão disponíveis no site http://www.premiovarejosustentavel.com.br/

 
Fonte: Reproduzido e adaptado da redação Envolverde (especial para o Instituto Ethos). 

Legenda da foto: Daniela De Fiori, vice-presidente de Sustentabilidade do Wal-Mart.

 
 

Pegada ecológica 15 agosto, 2009

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 1:53 pm

A Naturezza lança o primeiro tênis 100% ecológico (R$ 79,90). Bastaria falar que ele é composto por materiais reciclados, mas garanto que você ia ficar desconfiada com a veracidade desta frase. Então, aqui vai a explicação. Feito com tecido composto por algodão e garrafa PET reciclados e juta natural, o calçado traz ainda cadarço de juta e ilhós de alumínio vindo de latinha de refrigerante, ambos reciclados.

A cor não poderia ser mais propícia para este verão: o cru ou nude, como preferir. A sola é feita com cortiça reciclada e andiroba que tem propriedades antiderrapantes e aroma gostoso. A palmilha é feita com borracha atóxica conhecida por EVA (Etil Vinil Acetato) forrada com tecido tingido com tinta a base d’água, o que confere boa transpiração e conforto aos pés. “Este era um projeto piloto que foi um sucesso de cara. Já estamos desenvolvendo mais 4 calçados 100% ecológicos que devem chegar ao mercado em setembro”, diz Paulo Kieling, gerente de marketing da Naturezza.

Lançada em junho, a marca faz parte do grupo Via Uno. Seus outros produtos também trazem a preocupação com o meio ambiente. “Usamos adesivo a base d’água em lugar da cola de sapateiro que é extremamente tóxica. E só usamos ‘couro sintético’ em lugar da pele do gado”.

 

Saiba mais: 
Naturezza - www.naturezza.com.br
Tel.: (51) 3581-6020

 

Fonte: Marie Claire

 
 

Palestra-demonstração sobre o Furoshiki, a ecobag japonesa 14 agosto, 2009

Arquivado em: Cursos, Eventos, Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 10:20 am

A Fundação Japão em São Paulo abre inscrições gratuitas para a palestra-demonstração sobre o furoshiki, que acontece dia 28 de agosto de 2009, às 19h30, no Espaço Cultural Fundação Japão. Com 80 vagas disponíveis, o evento é dirigido ao público em geral, e será ministrado pela designer Sofia Nanka Kamatani. Formada em Desenho Industrial pela Universidade Mackenzie, Sofia defendeu também o seu mestrado e com especialização no tema no Japão, tornando-se atualmente a única designer no Brasil especializada em furoshiki, o “pano para embalagem e transporte”.

Pré-requisito
Cada participante trará os seguintes materiais: lenço ou tecido quadrado (50X50cm), garrafa PET de 500ml (água), bola (tamanho de laranja ponkan), caixinha (cerca 9X14X5cm) e, opcional, lenço ou tecido quadrado (80cm x 80cm) para aprender a fazer uma “eco-bag”.
Um vídeo, com cerca de 30min, será exibido, contando a história do furoshiki e como ele é utilizado atualmente, seguido do workshop (com 1h30), que será projetado num telão o passo-a-passo para melhor visualização do público. Os participantes ganharão um certificado no fim do evento.

Modelos de furoshiki
Paralelamente, acontece o “Concurso de Criação de Padronagem de Furoshiki”, dirigido para estudantes de escolas de design (artes plásticas, arquitetura e moda) de todo o país, com prazo de inscrição de 15 de junho a 30 de outubro de 2009. Saiba mais aqui. Acontecem também demonstrações em Faculdades de Design de São Paulo, similares as apresentadas no 12º Festival do Japão 2009 - Meio Ambiente, em julho passado.

Desde a antiguidade
Muito utilizado no Japão desde tempos antigos, ele aparece em escritos do Período Nara como Tsutsumi (trouxa) referindo-se a um pano usado para embrulhar os tesouros guardados em Shoso-in (um Tesouro Imperial no templo Todai). Atualmente, como os problemas ambientais estão sendo noticiados em todos meios de comunicação, o furoshiki está atraindo renovada atenção, pois ele pode ser presenteado e reutilizado várias vezes.

SERVIÇO
Furoshiki - Palestra-Demonstração
Palestrante: Designer Sofia Nanka Kamatani
Data: 28 de agosto de 2009, às 19h30
Local: Espaço Cultural Fundação Japão
Inscrições prévias (nome completo e e-mail) pelo info@fjsp.org.br
Quantidade: 80 lugares
Gratuito

Fonte: Japan Foundation São Paulo
Fotos: Sandra Keika Fujishiro

 
 

Pacto irá promover trabalho digno na cadeia das confecções

Arquivado em: Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 10:08 am

Com o objetivo de acabar com o trabalho indigno na cadeia das confecções, ramo que emprega muitos estrangeiros em situação de vulnerabilidade, a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE/SP) lançou, no dia 24 de julho, o Pacto Municipal Tripartite Contra a Fraude e a Precarização, e pelo Emprego e Trabalho Decentes em São Paulo.

Ao todo, dez organizações assinaram o compromisso, entre elas a Federação do Comércio em São Paulo (Fecomercio), o Centro Pastoral do Migrante (CPM), o Centro de Apoio ao Migrante (Cami), a Associação Brasileira dos Coreanos, a Secretaria Nacional de Justiça, a Procuradoria Regional do Trabalho da 15ª Região (PRT-15) e a organização não-governamental Repórter Brasil.

Renato Bignami, auditor fiscal da SRTE/SP, lembrou durante o lançamento que o contexto é propício para a melhoria de condições de trabalho dos imigrantes, por conta da anistia a ilegais sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no começo deste mês, já que os trabalhadores encontrados em situação análoga à escravidão sem documentos eram obrigados a deixar o Brasil.

As entidades que aderiram ao acordo atuarão em três frentes: a promoção da qualidade de vida e de trabalho, do ponto de vista econômico e social, estabelecendo critérios mínimos de legislação, segurança e saúde nos ambientes de trabalho; a responsabilização em casos de inobservância das normas trabalhistas ou outras irregularidades; e a criação do Observatório do Migrante, entidade independente criada para monitorar a condição do migrante em São Paulo e prover as comunidades estrangeiras com informações.

Em contrapartida, as empresas, oficinas e confecções, bem como associações e representantes dos migrantes, comprometem-se a buscar a regularização das situações de forma assistida e orientada. O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e outros órgãos priorizarão as fiscalizações naquelas empresas que optaram por ficar à margem do pacto e da legalidade.

O documento de criação do Pacto destaca a existência de um grande número de estrangeiros indocumentados na cadeia produtiva das confecções paulistas. “Pelo fato de não possuírem documentos nacionais, esses trabalhadores estão em estado de extrema vulnerabilidade que ocasiona o surgimento de focos de trabalho degradante e forçado”, destaca um trecho do acordo.

Crédito da imagem: Thiago Varella
Fonte: Resumo da matéria publicada em Envolverde/Repórter Brasil (Bianca Pyl)

 
 

No Japão, carteira gera energia 12 agosto, 2009

Arquivado em: Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 12:25 pm

 

Um dos grandes produtores de energia solar - ao lado dos EUA -, o Japão deu mais um passo em direção à substituição dos combustíveis fósseis por fontes de energia limpa. Nesta semana, a empresa nipônica Sanyo começou a comercializar, apenas no país asiático, um painel solar portátil capaz de recarregar pequenos eletrônicos.

O Eneloop Portable Solar é uma espécie de carteira (veja na imagem!) feita com células solares de silício, que vem com um receptor USB interno de energia. A ideia é que o usuário possa plugar pequenos dispositivos - como celulares e mp3 players - à entrada USB da carteira e, enquanto passeia pelas ensolaradas ruas japonesas, consiga recarregar seus eletrônicos.

Segundo a Sanyo, a eficiência de produção energética da carteira varia de acordo com as condições do ambiente, mas, em geral, uma hora de recarga é suficiente para utilizar os aparelhos por até 40 minutos. E o Eneloop Portable Solar ainda possui um outro recurso, chamado de Mobile Booster, que permite que o usuário armazene energia solar para momentos de necessidade - como, por exemplo, dias de chuva.

A invenção mal começou a ser comercializada no país e já está fazendo sucesso entre os japoneses. Já imaginou uma carteira dessas aqui no Brasil?

*Foto via Sanyo

 Fonte: Planeta Sustentável

 
 

Correa pede desculpas a povos ancestrais por menção a vestuário formal

Arquivado em: Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 12:16 pm

Da EFE - 09/08/09

 

Cayambe (Equador), 9 ago (EFE).- O presidente do Equador, Rafael Correa, pediu publicamente desculpas aos povos ancestrais, porque nos convites oficiais para diversas cerimônias, entre elas a de posse, amanhã, de seu segundo mandato, não se respeita a diversidade cultural, ao mencionar o vestuário requerido.

Os convites indicam que as mulheres devem ir com “terninho” e os homens “com ternos escuros”, disse Correa, ao final de seu discurso, após a cerimônia de posse indígena na comunidade de La Chimba, em Cayambe, zona andina do país.

Na presença de centenas de indígenas e do presidente da Bolívia, Evo Morales, e da vencedora do prêmio Nobel da Paz guatemalteca, Rigoberta Menchú, ambos indígenas, Correa disse que a especificação do vestuário nos convites é uma “vergonha” e um “insulto” à diversidade cultural.

“Como podemos ainda cometer esses erros? Amanhã mencionarei isso no discurso de posse e pedirei desculpas a nossos povos ancestrais, aos pobres da pátria que não poderiam ir à posse, porque não teriam terno, a não ser que peguem emprestado”, disse Correa, em tom indignado.

“Mil desculpas, povo equatoriano, e isso nos mostra que ainda temos um Estado com estruturas ancilosadas e certa burocracia que trabalha com inércia, com códigos que não são os da revolução cidadã e que pretendem ser agenciosos, servis mensageiros de anacronismos e de culturas que foram hegemônicas, mas que estão em franca decadência”, disse.

Ao lembrar que hoje é o dia dos povos indígenas e da cultura, pediu para celebrar a diversidade cultural do país.

“Amanhã, todos serão bem-vindos com suas vestimentas autênticas, simples dos pobres da terra, com seus vistosos vestidos dos povos ancestrais de nossa pátria e nossa América”, disse, em tom enérgico. 

Insistiu em pedir “mil desculpas” pelo deslize que “chama a atenção de tudo o que ainda temos que fazer para mudar realmente nossa pátria”, disse.

Fonte: EFE e G1

 
 

Le Lis Blanc lança peças em parceria com comunidades artesãs 11 agosto, 2009

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 2:17 pm

Já estão nas araras das lojas Le Lis Blanc, localizadas nos Shoppings Barigüi e Mueller, peças de moda e casa desenvolvidas em parceria com comunidades artesãs. Esses produtos são em sua maioria recicláveis ou renováveis.

Na comercialização dessas peças, a Le Lis Blanc assume um compromisso com o desenvolvimento social dos artesãos envolvidos e suas famílias, além de proporcionar o desenvolvimento sustentável do artesanato brasileiro, respeitando à diversidade humana e o meio ambiente.

Duas comunidades estão envolvidas nesta etapa. A Arpeixe, produz acessórios inspirados em cores e na fauna do Pantanal Sul Mato-Grossense. As pulseiras em couro de peixe são produzidas pelas esposas dos pescadores, ajudando assim no sustento da família. Sua matéria prima é o couro de peixe, reciclado das sobras da atividade pesqueira.

A Artesanato Couro em Tramas, do Espírito Santo, é formado por um grupo de artesãs e donas de casa habilidosas e famílias inteiras em áreas rurais. Essas mulheres utilizam técnicas inusitadas no trabalho com o resíduo de couro de cabra, coordenadas pela designer Jacqueline Chiabay, que se transformam em coletes, blusas e vestidos. 

Fonte: Paranashop

contato@mcommdigital.com.br

 
 

Super Cool Market: compra, vende e doa - mas não é brechó 7 agosto, 2009

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 5:42 pm

(Por Priscilla Santos) Na quarta-feira passada abriu as portas na Vila Madalena a Super Cool Market, uma loja em que você pode comprar, vender e doar roupas e acessórios. O Guia Verde foi até lá na segunda-feira antes da abertura para conferir. As peças são bem bacanas e com preços bons. No vídeo acima você conhece mais sobre a proposta pela voz das próprias idealizadoras. Uma delas você deve reconhecer, é a Carla Lamarca, ex VJ da MTV e atualmente na Fashion TV. Siga a Super Cool no Twitter. Serviço: Rua Purpurina, 219, Vila Madalena. .
Fonte: O Guia Verde

 
 

China: bom exemplo com a lã de iaques

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 5:36 pm

Produção artesanal da marca Shokay remete a duas megatendências do verão 2011

A indisposição brasileira com a China em relação à produção de moda e outros segmentos vêm criando uma barreira para conhecermos o que de bom vem sendo feito naquele país.

O exemplo que traremos a seguir está no mesmo caminho da brasileira Cooperativa Lã Pura, inclusive com o mesmo ramo de atuação.

Shokay é uma marca que comercializa tanto a matéria-prima, quanto produtos feitos a partir da lã de iaques, bovinos de pelagem longa encontrados na região do Himalaia.

Trata-se de uma empresa social, formada por colegas e amigos, com o objetivo de atenuar a pobreza naquela região, tão conhecida por paisagens exuberantes. Esta iniciativa vai totalmente ao encontro de duas megatendências que a UseFashion apresenta para o verão 2011*: “Bem estar” por trazer as sensações boas em relação a usar algo rústico, com raízes; também “Natural”, por proporcionar uma experiência quase medicinal com o planeta, na utilização de uma peça natural, em lã pura.

O slogan da marca, “Luxo com história, estilo com toque de humanidade” traz justamente estas percepções sobre o que criam e o que querem passar para quem usa.

Assim como as rendeiras de Alagoas ou as tricoteiras gaúchas, tanto os cerca de 2600 pastores tibetanos, que lidam com os bichos, quanto as 40 “Knitters”, que fazem tricô da matéria-prima, estão sendo beneficiados de forma sustentável.

Na divisão, 40% dos lucros voltam aos pastores, 40% vão para as tricoteiras e o resto é investido na empresa.

Os preços variam entre 25 e 330 dólares para acessórios como chapéus e xales, e entre 20 e 950 dólares os itens para casa, incluindo travesseiros e mantas.

Consumidores estão, cada dia, mais atentos a produtos com valores agregados além da estética, com história de vida, como estes.

* Se não for assinante, ligue 0800 603 9000.

Por Aline Ebert
Fotos: Divulgação

www.usefashion.com

 
 

Sustentabilidade: A revolução têxtil 3 agosto, 2009

Arquivado em: Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 2:28 pm

Mais do que uma tendência, as questões relativas à sustentabilidade e ecologia vieram para ficar. A Cotton Incorporated, em conjunto com empresas como a Huntsman, M&S e Nike, lançou um novo DVD , em que mostra técnicas de processamento de têxteis inovadoras e mais ecológicas.

 

As empresas têxteis em todo o mundo estão a adoptar técnicas de processamento de tecidos inovadoras e ecológicas para tornar a pegada ecológica do algodão mais leve, em linha com os objectivos de sustentabilidade no mercado mundial.

E para passar a palavra do que é agora possível fazer em termos de processamento de têxteis “amigos do ambiente”, a Cotton Incorporated lançou um novo DVD “Sustentabilidade: A revolução Têxtil”. Este novo DVD é a continuação do primeiro filme digital da Cotton Incorporated sobre a sustentabilidade no cultivo do algodão e apresenta os desenvolvimentos tecnológicos a nível mundial e “case studies” de fábricas da China, Índia e América Latina, assim como dos EUA e da Europa.

Berrye Worsham, presidente e CEO da Cotton Incorporated sublinha que «trabalhamos de perto com a indústria para levar estas novas ideias às fábricas, porque acreditamos que é nossa responsabilidade aumentar a procura de algodão de uma forma mais sustentável. Sentimos também que parte do melhoramento a longo prazo da sustentabilidade dos produtos de algodão passa por comunicar estes desenvolvimentos ao mercado».

No DVD, Sam Winchester, engenheiro químico, professor jubilado da Universidade Estatal da Carolina do Norte e consultor na Cotton Incorporated, sublinha que a sustentabilidade «não é uma fase ou algo que acabará. Está connosco e tem um grande impacto no futuro do planeta».

«Cerca de 85% da água usada no processamento têxtil está relacionada com os processos de tinturaria e acabamentos», sublinha Winchester, afirmando que, além da energia necessária para aquecer a água, cerca de 75% de toda a energia e 65% dos químicos necessários para converter as fibras em vestuário são usados na tinturaria e acabamentos.

O DVD mostra de forma clara que as novas inovações nos acabamentos, incluindo o acabamento com enzimas, em substituição de químicos altamente alcalinos na lavagem; o acabamento em espuma de tecidos, que reduz o uso de água e as descargas químicas; a estamparia digital de tecido, que não usa solventes potencialmente perigosos e que diminui o desperdício de tecido e tinta; um processo de tinturaria com baixos sais reactivos, que permite uma redução até 20 vezes no uso de sal; tinturaria com baixo-álcool, que usa ar em vez de água para transportar os tecidos; técnicas de branqueamento que reduzem drasticamente o uso de água; tinturaria e acabamentos feitos no mesmo local no mesmo banho; acabamentos por ozono; e outras técnicas mais sustentáveis.

Entre os parceiros da Cotton Incorporated que participam no DVD estão a Novozymes, Gaston Systems, Huntsman International, Fong Textile Machinery Co. Ltd., Innova International, BASF China, Freshtex, Dystar, Vijayeswari Textiles, Swift Galey, Marks&Spencer, JC Penney e Nike.

Como directora da responsabilidade corporativa da Nike, Sarah Severn afirma no DVD, que, «com o aumento da população, precisamos de ser muito cuidadosos sobre como tratamos o ambiente em que vivemos e como nos relacionamos com a sociedade. O meu sonho é que toda a equipa que temos a trabalhar nesta área não seja necessária daqui a 10 anos. Talvez, porque essa será a forma como toda a gente faz negócio».

 Fonte: Portugal Têxtil

 
 

Nike e Timberland dizem “não” ao couro da Amazônia

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 1:19 pm

 As fabricantes de calçados Nike e Timberland anunciaram, no final de julho de 2009, que não utilizarão mais couro proveniente de animais criados em áreas recém desmatadas na Amazônia. A medida atende a um pedido do Greenpeace, formalizado em Commit or Cancel.

 

Além de acatar o pedido do Greenpeace, a Nike quer agora que o mercado de calçados reestruture sua cadeia produtiva de modo a se tornar sustentável. Para tanto, passou a solicitar, por escrito, uma declaração de seus fornecedores atestando que o couro vendido por eles não é oriundo da floresta. “A decisão da Nike indica como o mercado vai operar daqui para frente”, afirmou André Muggiati, do Greenpeace.

 

Já a política de compra de couro da Timberland exige que os fornecedores de couro se comprometam com uma moratória na compra de qualquer gado criado em áreas desmatadas após julho de 2006 e exige que todos os seus fornecedores se comprometam publicamente com uma moratória até 15 de agosto de 2009. A empresa também vai exigir a implementação de uma política de rastreabilidade e monitoramento dos animais.

 

“Com seu comunicado, a Timberland elevou o patamar das políticas ambientais e sociais de compra de couro de fornecedores que atuam na Amazônia. Esperamos que a nova postura da empresa sirva de alerta para os frigoríficos brasileiros, de que não há espaço no mercado para produtos que causam mudanças climáticas e destruição da floresta”, disse André Muggiati, do Greenpeace.

 

Em junho, o Greenpeace lançou o relatório intitulado a A Farra do Boi na Amazônia, mostrando que a expansão da pecuária nas terras da floresta é o principal fator atual de desmatamento do mundo. O documento dá conta de uma investigação feita ao longo de três anos. Nesse relatório, o Greenpeace demonstrou como o couro de áreas desmatadas no sul do Pará entra na cadeia de custódia da Timberland, passando por curtumes na China. 

 

“A indústria da pecuária precisa valorizar o produto brasileiro no mercado internacional e garantir que não haja mais derrubada de árvores para a criação de gado. Qualquer iniciativa que apóie o desmatamento zero na região é um passo importante para garantir que a produção de gado na Amazônia não impulsione a destruição da floresta”, explicou André.

Fonte: ©Ricardo Funari/ Greenpeace e MAXPRESS NET

 
 

Congresso Internacional de Algodão Orgânico “Da Moda à Sustentabilidade”

Arquivado em: Eventos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 1:04 pm

Como parte da comemoração do ano Internacional das Fibras Naturais (2009), declarado pela ONU (Organização das Nações Unidas), será realizado o Congresso Internacional de Algodão Orgânico “Da Moda à Sustentabilidade” (International Congress on Organic Cotton “From Fashion to Sustainability”), em colaboração com parceiros internacionais, de 21 a 25 de setembro, no Casino Kursaal, em Interlaken, Suiça.

Este congresso, coordenado pela Helvetas (organização para o desenvolvimento cooperado na Suíça), realiza-se paralelamente ao Encontro Anual de negociações de orgânicos - que oferece uma oportunidade única para stakeholders de toda a cadeia produtiva têxtil para discutir sobre assuntos atuais, inovações e desafios para o comércio justo do algodão orgânico. Este fórum internacional oferece a grande oportunidade de criar uma rede de contatos e de relacionamento com os atuais atores da cadeia bem como com novos atores do setor, para estabelecer novas parcerias e discutir soluções orientadas para os negócios no contexto das tendências globais.

O evento reunirá profissionais dos setores de produção, processamento, comércio atacado e varejo, de ONGs, de prestadores de serviços no campo da sustentabilidade da cadeia produtiva têxtil, de instituições governamentais e de empresas de auditoria.

 

O que inclui a programação do evento:

 

  • Mais de 30 workshops, key-note presentations and panel discussions on key issues,
  • Um shopping com mais de 50 expositores
  • Apresentações de companhias e organizações,
  • Uma longa apresentação de coleções de moda produzidas com algodão orgânico, por Peter Ingwersen/Noir, a designer italiana Marina Spadafora e os designers africanos Imane Ayissi e Kofi Ansah,
  • Um jantar de gala, que ocorrerá a bordo de um barco no lago Thun,
  • Uma seleção de diferentes excursões, como visitas a lojas e fábricas, bem como passeios turísticos pela cidade.

 

Algodão orgânico num contexto global
Os tópicos do congresso farão link com assuntos-chave do âmbito global como a crise econômica mundial, a crise alimentar, as mudanças climáticas e o crescimento da necessidade das empresas e governos gerenciar os riscos e a qualidade. Uma das questões-chave do congresso é como aprimorar o comprometimento, a longo prazo, de empresas e governos, com a sustentabilidade do setor de algodão, invés de simplesmente verem a sustentabilidade como uma tendência passageira e de curto prazo.

 

Como o congresso reúne parceiros de toda a comunidade do algodão orgânico, é um excelente espaço para compartilhar ativamente conhecimento e contatos em todos os níveis possíveis. Os diferentes módulos da agenda do congresso deixam espaço para uma intensa troca de informações entre atuais e potenciais parceiros.

Mais informações

International Congress on Organic Cotton “From Fashion to Sustainability”

 
 

Inscrições abertas para o Curso Princípios do Vestir Consciente

Arquivado em: Cursos, Institucional Ecotece, Todos Arquivos — lia @ 11:58 am

“Sustentabilidade sem o belo é triste, assim como o belo sem sustentabilidade é ignorante” Fletcher

O curso mostra como é possível construir o belo essencial à moda, considerando a sustentabilidade, essencial à manutenção da vida, a partir de uma visão sistêmica da cadeia produtiva do vestuário, dos princípios de avaliação do ciclo de vida do produto e das reflexões sobre as conexões entre a moda, o vestir e a consciência.
O curso apresenta os conceitos do Vestir Consciente com base nos fundamentos do design sustentável, nas atualidades do mercado e nas experiências dos participantes, seguindo as diretrizes da metodologia desenvolvida pelo Instituto Ecotece.
A metodologia de aprendizagem aborda o conteúdo por meio de conceitos, dinâmicas interativas e exercícios práticos em todas as aulas.

Veja o vídeo do curso: http://www.youtube.com/watch?v=sz9VVSdjQmw

Objetivo:
Capacitar o participante com os conceitos do Vestir Consciente para que possa aplicar no mercado da moda e do vestuário tendo em vista as possibilidades de ação com base no desenvolvimento sustentável e no despertar da consciência.

Público-alvo:
Profissionais e estudantes de moda e da cadeia do vestuário, pesquisa e inovação, design, empresários e demais interessados no tema.

Carga Horária:
12 horas

Tutor:
Ana Cândida Zanesco
Fundadora e presidente do Instituto Ecotece. Assessora do concurso de moda sócio-ambiental Eco Fashion Brasil. Foi responsável pelo lançamento, no Brasil, do vídeo Fibra Ética: Algodão Orgânico, em parceria com a ONG britânica PAN-UK, em 2007. Trabalhou na organização da III Conferência Latino-Americana de Algodão Orgânico em parceria com a ONG Organic Exchange, em 2008. Apresentou o conceito do Vestir Consciente na Conferência Global de Têxteis Orgânicos, na California em 2007, foi convidada da Conferência Global de Têxteis Orgânicos em Portugal, em 2008.

Próxima turma:
de 31 de agosto à 3 de setembro 2009
Horário: das 19h00 às 22h00

Local:
The Hub
Rua Bela Cintra, 409 - São Paulo
(próximo ao metrô Consolação)

Investimento:
R$ 320,00 até 14 de agosto
R$ 360,00 após essa data

+ infos e inscrições: http://www.ecotece.org.br/conteudo.php?i=76