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Em BH, Curso de Reciclagem de Roupas 31 agosto, 2010

Arquivado em: Cursos, Eventos, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 9:34 pm

CURSO: MODA E SUSTENTABILIDADE
A reciclagem de roupas como chave e inspiração para um novo olhar. Módulo I.

 
Ministrante: Lívia Limp
 
Objetivo: introdução ao pensamento ecológico no vestir onde abordaremos nas aulas teóricas temos como: Sustentabilidade; industria têxtil, suas práticas e as consequências para o meio ambiente; a reciclagem de roupas; o conceito do Wabi-Sabi; a Slow Fashion e Consumo Autoral. Nas aulas práticas faremos exercícios de transformação de camisetas T-shirt em novos modelos e customizações com técnicas variadas de aplicação, decoupage em tecido e estamparia. 
 
No. de Vagas: 12
 
Carga horária: 30 horas/aula.
 
Período: De 27/09 a 08/11/2010
 
2a. feiras de 19:00 às 21:30 h.
 
Valor: R$ 270,00 à vista ou R$ 150,00 na matrícula e R$ 120,00 em 05/10/2010.
Onde: Belo Horizonte
Inscrições: www.fundep.ufmg.br ou na Praça de Serviços (Campus Pampulha) - Telefone: (31) 3409.420

 
 

900 latinhas e uma grande idéia! 26 agosto, 2010

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Maria Silvia @ 12:39 pm

Confeccionada com mais de 900 anilhas de latas de refrigerantes recicladas, a Bolsa Leda, criada pelo designer Andrew Krumholz de São Francisco-CA, para Escama Studio, venceu este ano o prêmio “Best Green” do ”Independent Handbag Designer Awards”. Promovido pela “Parsons The New School for Design”, uma das melhores faculdades de moda do mundo, o concurso teve a participação de mais de 900 designers de 28 diferentes países. Motivo de orgulho: as bolsas são confeccionadas por artesãs da cooperativa Companhia do Lacre, de Brasília - Brasil!

 
 

Bela, Grafô, Moda, Arte, Sustentabilidade… 25 agosto, 2010

Arquivado em: Institucional Ecotece, Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 12:59 pm

A Márcia Kohatsu é a idealizadora da marca Bela Grafô. Ela participou da 6a. turma do curso Princípios do Vestir Consciente e nos enviou uma descrição de seu trabalho para apresentarmos aqui no blog Ecotecendo. Para nós é uma satisfação apresentar iniciativas de pessoas com quem estivemos  estudando a sustentabilidade para a moda, de maneira mais próxima. Pessoas que querem tecer um mundo melhor. Então, diz aí Márcia:

A Bela Grafô é uma marca que nasceu com o intuito de levar às pessoas bem mais que moda, mas também arte e o incentivo para atitudes ecológicas em nosso dia-a-dia.

Temos o cuidado em escolher como matéria-prima de nossas peças, tecidos que causem pouco impacto ambiental, que tenham ativos sociais e/ou ambientais. E pensando em ir além, em utilizar estampas originais, que possam promover a arte e os artistas brasileiros, é que firmamos uma parceria com o artista plástico Jairo Rodrigues, que esbanjando talento e criatividade faz xilogravuras especialmente para as peças da Bela Grafô, e também com a Artista Maureen Miranda, que nos encanta com suas ilustrações em aquarela e nanquim. Propiciando que cada consumidor leve uma verdadeira obra de arte!  É moda, arte e desenvolvimento sustentável caminhando juntos!

Hoje contamos com 3 locais de venda, dois em São Paulo, como a Galeria Mundo Mix e a Super Cool Market, e também um em Curitiba, a Galeria Endossa. E também,  em breve, teremos nossos produtos na loja virtual da Eco Choice.

Acreditamos que através um “vestir consciente”, podemos contribuir para o desenvolvimento sustentável de nosso planeta, como também apresentar ao público em geral um estilo de vida mais justo e harmônico com o meio ambiente. A intenção de nossa empresa é deixar para os nossos descendentes um mundo dotado de tantas oportunidades tal qual o herdamos. Queremos sustentar o sentimento de carpe diem*!

*Carpe Diem significa: colha o dia ou aproveite o momento. É também utilizado como uma expressão para solicitar que se evite gastar o tempo com coisas inúteis.

 
 

Versatilidade também é Sustentabilidade

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 12:39 pm

Kit de imãs vira mais de 500 acessórios diferentes para seu figurino utilizando apenas um conjunto de metais e a criatividade. Essa é a ideia da marca de joias Klik Klik. Um kit com 300 imãs niquelados que se encaixam por meio de laços metálicos e possibilitam pulseiras, tornozeleiras, colares, gargantilhas, braceletes, anéis e tudo mais que estiver ao alcance da mente.

No site oficial, estão disponibilizados manuais de montagem para alguns modelos, mas a marca estimula os clientes a desafiarem a si mesmos criando novos desenhos. Cada kit custa cerca de US$ 65, aproximadamente R$ 120.

Fotos: Divulgação

Fonte: Usefashion

 
 

Lançamento de Livros de Moda Inclusiva 24 agosto, 2010

Arquivado em: Eventos, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 8:34 am

Publicações sobre moda adaptada às necessidades especiais e ergonomia

O Centro Universitário Belas Artes de São Paulo promove no dia 24 de agosto de 2010, terça-feira, o lançamento de dois livros da Profa. Fátima Grave, de Design de Moda da Belas Artes: Vestuário Ergonomia do Hemiplégico (moda para pessoas deficientes), e Modelagem Tridimensional Ergonômica.

Pesquisadora do tema vestuário com design ergonômico, a autora já trabalhou com o assunto anteriormente em outra publicação, A Modelagem sob a ótica da ergonomia.

Serviço:
Onde: Centro Universitário Belas Artes de São Paulo - Unidade 3
R. José Antonio Coelho, 879 - 5º andar
Quando: 24 de agosto de 2010, às 19h30
Entrada gratuita e aberta ao público

 
 

Escravos da Moda 16 agosto, 2010

Arquivado em: Notícias, Todos Arquivos — lia @ 9:21 am

” O ministério do trabalho colocou na rua uma megaoperação para fiscalizar confecções em São Paulo. Resgatou na semana passada, dois trabalhadores em condições degradantes (análogas a escravidão) numa empresa que presta serviços para uma grande rede de lojas do país.”

Fonte: Folha de São Paulo - 16/08/10

Leia também a materia publicada na Marie Claire desse mês…

Ambientes pequenos, quentes, sujos, cheios de pilhas inflamáveis de tecido. Crianças sobre as máquinas de costura. Uma imensa nuvem de pó. Trabalhadores costurando das seis da manhã até as duas da madrugada para receber como pagamento um prato de comida. Rottweillers no quintal para impedir tentativas de fuga. A cena que você acabou de visualizar não acontece em uma fábrica de roupas chinesa. É uma realidade comum nas oficinas de costura situadas na Zona Norte e no Centro da cidade de São Paulo, onde é produzida boa parte das roupas vendidas em grandes magazines, lojas de rua e até de shoppings centers do país. Estima-se que existam 100 mil bolivianos trabalhando em condições análogas à escravidão em 8 mil pequenas confeccções na capital paulistana. “É uma mão de obra que chega ao Brasil devendo o custo da viagem aos seus patrões. A dívida gera uma relação de servidão que pode se arrastar por meses e até anos”, diz Renato Bignami, auditor-fiscal do Ministério do Trabalho. A quitação desse valor equivale à alforria.

 A rota do tráfico
O trabalho escravo em oficinas de costura brasileiras está ligado ao tráfico de pessoas. Para fugir da miséria, os bolivianos procuram os coiotes - responsáveis por levar pessoas de forma ilegal de um país para o outro - para migrar. Esses coiotes se apresentam como “agências de emprego” e transportam os trabalhadores para a Argentina e o Brasil. Prometem empregos em confecções, com salários em torno de US$ 500 (cerca de R$ 890). Lorena*, 20 anos, deixou a mãe e os seis irmãos em Santa Cruz de La Sierra para tentar ganhar em São Paulo um salário maior do que os 600 soles bolivianos (o equivalente a R$ 150) que recebia como vendedora em uma loja de roupas. Depois de ouvir relatos entusiasmados de conterrâneos que afirmavam ganhar bem no Brasil, procurou uma “agência” que dizia cobrar o equivalente a R$ 180 pela viagem.

  O dia a dia
É comum que os trabalhadores morem e costurem no mesmo local - 12 pessoas, em média. Os quartos são coletivos, os travesseiros e cobertores são feitos pelos próprios costureiros com retalhos da confecção. Os donos das oficinas são os responsáveis pela alimentação dos trabalhadores, que costumam ter meia hora para cada refeição. O menu é quase sempre o mesmo: arroz, feijão e salsicha. Pela manhã, café preto e pão puro. Não é raro que a alimentação seja usada como instrumento de chantagem e coerção. Em uma das oficinas que Elisabete trabalhou, só tinha direito à refeição quem produzisse uma quantia de roupas estipulada pelo patrão.

Em busca de uma solução
Em fevereiro as lojas Marisa foi autuada e teve uma oficina prestadora de serviços.
 ”As oficinas, fornecedoras tanto de grandes magazines como de lojas que de atacado, estão espalhadas pela cidade. Só chegamos até elas por meio de denúncias”, diz Bignami. “É a primeira vez que uma grande empresa de moda é punida por causa do trabalho escravo urbano”. Ele afirma que outras redes e lojas de shoppings estão sob investigação. A idéia das autoridades é pressionar as grandes empresas para fiscalizar seus fornecedores. “É o jeito mais eficiente de acabar com essa situação”, afirma Bignami. “Depois, partiremos para os menores”. Procurada por Marie Claire, a Marisa disse que “repudia relações de trabalho em condições degradantes”. Em nota, afirmou que “descredenciou imediatamente o fornecedor que fazia uso da oficina de confecção investigada”. Diz ainda que “realiza auditorias periódicas em seus fornecedores” e “reafirma que não endossa qualquer prática trabalhista irregular”.

 Um bom exemplo de que é possível acabar com esse tipo de exploração na cadeia produtiva foi dado pela Nike. Acusada de ter usado trabalho infantil em fábricas terceirizadas no sul da Ásia, a multinacional foi alvo de um boicote mundial que agrediu fortemente sua imagem. Num esforço para limpar o nome, assinou acordos em que se compromete a exigir fornecedores social e ecologicamente responsáveis. Os nomes e endereços de todas as fábricas terceirizadas estão no site da empresa. Aqui, as autoridades cobram a entrada das empresas de moda em pactos firmados pelo governo e sociedade civil para a erradicação do trabalho escravo. É um bom começo para aquelas que pretendem se alinhar aos padrões internacionais.
* Os nomes foram trocados para proteger a identidade das entrevistadas.

Por:Maria Laura Neves
Revista Marie Claire
Agosto de 2010

+ infos: Confira  o cadastro criado pelo Ministério do Trabalho e Emprego de empresas e pessoas que utilizaram trabalho escravo nos diversos ramos no Brasil. http://www.mte.gov.br/trab_escravo/lista_suja.pdf)

 
 

Center for Sustainable Fashion no Curso do Instituto Ecotece 12 agosto, 2010

Arquivado em: Cursos, Eventos, Institucional Ecotece, Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 1:41 pm

 

Anna do CSF e Ana do Ecotece

 Ontem tivemos a oportunidade especial de receber na 6a. turma do curso Princípios do Vestir Consciente a apresentação da Anna Fitzpatrick do Centro de Sustentabilidade para a Moda (Center For Sustainable Fashion - CSF) da London College of Fashion.  
 
O Instituto Ecotece e o CSF vem mantendo contato e estabelecendo algumas trocas há cerca de dois anos, mas essa foi a primeira ação conjunta entre membros das duas organizações que têm como objetivo comum a conscientização e educação para uma moda sustentável.  
 
Anna apresentou alguns projetos e ações do curso de pós-graduação Moda e Meio Ambiente, que é coordenado pelo CSF dentro da London College of Fashion; trouxe alguns exemplos do que vem sendo feito em Londres para uma moda sustentável, fez observações quanto ao potencial do Brasil para essa área e abriu um diálogo entre os alunos. 

                    
 
Vídeo com breve “hello” da Anna dizendo como foi a participação no curso:

                                                

 
 

Ecotece e Vestir Consciente na revista Página 22 10 agosto, 2010

Arquivado em: Institucional Ecotece, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 1:57 pm

Leia matéria sobre o Vestir Consciente escrita pela jornalista Carolina Derivi dentro da matéria principal O Eco do Fashion, na revista Página 22  do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas: 
 
Vestir consciente
por Carolina Derivi # em 43

Roupa e moda não são necessariamente a mesma coisa. Com o perdão da redundância, é sempre bom lembrar que por trás das efemeridades, dos altos e baixos, dos ins e outs, repousa a necessidade básica de vestir, tão primordial quanto comer e morar. Essa sutil separação de mundos é o que move Instituto Ecotece, entidade que se dedica não somente à ideia de moda sustentável, mas antes e principalmente ao vestir consciente.

“Você sai do passageiro, das tendências, para o vestir cotidiano, que faz parte da vida de qualquer pessoa, seja ela interessada em moda ou não”, explica a fundadora, Ana Cândida Zanesco. Uma prática tão essencial no dia-a-dia que suscita inclusive questões de saúde, diz ela. Basta lembrar o esforço comum de se fazer caber numa roupa apertada e desconfortável, ou para suportar um dia inteiro a bordo de um salto alto, por exemplo.

Para Ana Cândida, há muito que se pode fazer para sintonizar esse vestir cotidiano com práticas alinhadas à sustentabilidade, sem abrir mão da beleza e da criatividade. “Tem muitas necessidades emocionais envolvidas. O ser - humano precisa do belo e toda criança também gosta de novidade e de imitar. A gente procura acolher essas necessidades”, diz.

Um dos esforços é o de recuperar a cultura da manufatura. Pouco valorizadas pelo mercado, as costureiras são uma espécie em risco de extinção. Por outro lado, quem desenvolve a capacidade de produzir ou intervir nas próprias roupas, ainda que não profissionalmente, cria um vínculo emocional que se opõe à descartabilidade.

Para aliar o resgate cultural à geração de renda, o instituto capacitou um grupo de mulheres do Jardim Santo André, na periferia de São Paulo, como “retecelãs”. O neologismo se aplica a técnicas de costura e bordado que se baseiam na tríade “retoques, reparos e reformas”. Hoje o grupo comercializa produtos como ecobags, brindes e camisetas e ainda administra um centro de triagem para doação de roupas que são recuperadas e então distribuídas na comunidade.

O Instituto Ecotece ainda oferece curso para profissionais de moda interessados em práticas de sustentabilidade, com apoio da London College of Fashion. Nesta seara, como em todas as outras, são muitos os dilemas e armadilhas. Ana Cândida cita como exemplo a fibra de bambu, referendada como ecológica por ser natural. No entanto, o processo de fabricação do tecido abusa de produtos químicos poluentes e a maior parte do que se comercializa no Brasil vem da China, o que sempre levanta suspeitas sobre as condições de trabalho.

“Muitas vezes, o aluno quer saber apenas quais materiais sustentáveis que ele pode usar. A gente tem de ensinar que o importante não é só o material, mas toda a cadeia”, ensina Ana Cândida.

Interessado? O Instituto Ecotece está com inscrições abertas para a turma de agosto. Passa lá!

Link da matéria na revista Página 22: http://pagina22.com.br/index.php/2010/07/vestir-consciente/ 
Matéria O Eco do Fashion: http://pagina22.com.br/index.php/2010/07/o-eco-do-fashion/

 
 

Curso Moda Sustentável: Agregando Estilo à Sustentabilidade

Arquivado em: Cursos, Eventos, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 12:00 pm

O curso tem como objetivo abrir uma discussão sobre o mercado de moda atual e de como este se relaciona com o desenvolvimento sustentável. Através de oficinas criativas de estilo, serão abordadas questões como renovação de tecidos, relações humanas, made in china, fast fashion, entre outras.

É voltado para estudantes, profissionais e interessados em: moda (criação e indústria têxtil), sustentabilidade, marketing e comunicação

De 21 a 30 de setembro (3ª e 5ª)
das 10h às 13h, na Escola São Paulo 
 
Facilitadora: Chiara Gadaleta Klajmic
Stylist e consultora de moda. Começou sua trajetória na moda como modelo. Formou-se no Studio Berçot em Paris onde posteriormente foi professora. Dedica-se a carreira de estilista e criou a marca de bijoux e roupas “Tarântula”. Também desenvolve projetos de moda e sustentabilidade

 
 

Renda Sol - valor das mãos em técnicas artesanais tradicionais

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 11:47 am

O projeto Renda Sol desenvolve um trabalho de resgate da técnica artesanal tradicional conhecida por tenerife ou “brazilian point lace”.   O novo site do projeto www.rendasol.org.br apresenta uma breve história da renda e é ilustrado com pequenas animações das artesãs trabalhando a renda sol.

Mais informações do projeto:  
NHANDUTI DE ATIBAIA www.nhanduti.blogspot.com 
RENDA SOL www.rendatenerife.blogspot.com  
e-mail: nhanduti.org@gmail.com

 
 

Camiseta verdinha & básica pelo mundo

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 11:34 am

 

A marca de camisetas eco-fashion verdinha & básica lança nesta semana uma campanha online da sua nova coleção de camisetas. Criada pela designer Titi Franco, ela mostra as t-shirts em diferentes lugares do mundo, em cidades que combinam vanguarda e estilo, assim como as mensagens destas camisetas-manifesto feitas ora com algodão orgânico e tingimento natural ora com um tecido de baixíssimo impacto ambiental, o liocel. A primeira cidade é o Rio de Janeiro, onde seus moradores têm contato diário com a natureza e um lifestyle eco-consciente. As camisetas estão à venda no site www.verdinhaebasica.com.br .

 

 
 

“Eco-Fashion: Going Green” 9 agosto, 2010

Arquivado em: Eventos, Notícias, Todos Arquivos — Maria Silvia @ 12:37 am

Uma das coisas mais interessantes dentro da moda na minha opinião, é sua forma de expressar a história, tal como o espírito  cultural de uma época, guerras mundiais, revoluções,  nos fazendo compreender melhor o comportamento e pensamentos de uma sociedade. Mesmo sob o paradigma de superficialidade, futilidade e vaidade, a moda é chamada de “espelho da história” por muitos estudiosos de história da moda e tendências. E nessa década, a tendência mais evidente é a chamada por aqui: “The Greening of America”, o que demonstra a preocupação do ser-humano com a utilização dos recursos da natureza e a sobrevivência do planeta Terra e de seus habitantes.

Dentro desse ambiente, “The Museum at FIT” em NY está exibindo a exposição “Eco-Fashion: Going Green”, até 13 de novembro. Mostra um histórico de peças de designers mundo a fora, preocupados não somente com sustentabilidade, mas também com: reciclagem e origem do material; processo de tingimento de tecidos; qualidade e durabilidade das roupas; os benefícios de uma produção local; saúde e bem-estar dos trabalhadores; e tratamento de animais. Destaque para estilistas como: Oscar de la Renta, Dolce&Gabbana, Balenciaga e Stella McCartney. Esta última, conhecida como vegetariana e defensora dos animais desde pequena, excluiu todo material de origem animal de suas coleções, até mesmo o couro de seus sapatos e bolsas. Além destes, estava lá nosso brasileiro Carlos Miele, representado por um vestido longo de fuxico de seda bege e cru, de 2008. Os fuxicos foram feitos pela Cooperativa de Artesãs da Rocinha, a Coopa-Roca, organizada pela socióloga Maria Teresa Leal, tendo como proposta integrar as mulheres da comunidade ao mercado de trabalho sem subtraí-las do convívio familiar. Graças a Miele, a quantidade de artesãs da cooperativa aumentou em dez vezes. Uma demonstração que a precupação social também é muito “green” e está na moda!

 
 

Apresentação - Correspondente em NY 1 agosto, 2010

Arquivado em: Notícias, Todos Arquivos — Maria Silvia @ 12:27 am

 

Olá internautas da Ecotece!

Meu nome é Maria Silvia Scigliano, nova coloboradora do blog Ecotece, direto de Nova York! Minha experiência com moda começou em 2002, quando deixei minha carreira no mercado financeiro, para seguir minha grande paixão. Trabalhei com desenvolvimento de produto, tive uma confecção em São Paulo, atuando no atacado. Quando aconteceu a mudança para NY há 4 anos, trabalhei para um designer brasileiro de acessórios de sucesso, que procurava novos horizontes na América. Ao mesmo tempo cursei e me formei em “Consultoria de Imagem” pelo FIT (Fashion Institute of Technology), sendo hoje uma das poucas brasileiras membro certificada da AICI (Association of Image Consultant International). Acompanho e admiro o trabalho Da Ana Cândida desde o início da Ecotece. Costumo enviar notícias “Eco-fashion” informalmente daqui da “Big Apple”, quando dessa última vez, ela me convidou para participar do blog. Um grande prazer!

 
 

Bolsas para a Vida - Bag for Life 16 julho, 2010

Arquivado em: Institucional Ecotece, Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 12:26 pm

Nesse momento que estamos divulgando a próxima turma, ou 6a. turma, do Curso Princípios do Vestir Consciente, queremos apresentar o trabalho da Iva Cardinal, que foi uma das participantes da 5a. turma do curso e que bem contribuiu com as aulas trazendo sua experiência em produção de bolsas, procurando seguir práticas de sustentabilidade através da marca Bag for Life.

Saiba +:  Bag for Life

 
 

Bolsas captam energia solar

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 12:07 pm

                     
Criação da arquiteta Sheila Kennedy, que dirige o Portable Light Project, uma iniciativa sem fins lucrativos que fornece kits de energia solar têxtil para capacitar as pessoas mais pobres do mundo que não têm acesso à eletricidade. Kennedy trabalha com organizações não-governamentais, oferecendo treinamento às mulheres para que eles possam integrar a tecnologia em materiais têxteis locais usando materiais comuns e suas habilidades de costura e tecelagem.

Os resultados são surpreendentes: a gama diversificada culturalmente de mantas, bolsas e roupas que geram energia limpa, sustentável e luz, apoiando as economias locais no Haiti, México e América Central, Índia e África. Entre os estilistas que assinaram os modelos estão Diane Von Furstenberg e Tommy Hilfiger. Gostou da ideia? Confira outros modelos aqui.

Fonte:Elle 
Via: Eco Trends & Tips

 
 

Curso Princípios do Vestir Consciente - 9 a 12 de agosto 14 julho, 2010

Arquivado em: Cursos, Institucional Ecotece, Notícias, Todos Arquivos — lia @ 1:46 pm

Sustentabilidade sem o belo é triste, assim como o belo sem sustentabilidade é ignorante” Fletcher

O curso mostra como é possível construir o belo essencial à moda, considerando a sustentabilidade, essencial à manutenção da vida, a partir de uma visão sistêmica da cadeia produtiva do vestuário, dos princípios de avaliação do ciclo de vida do produto e das reflexões sobre as conexões entre a moda, o vestir e a consciência.

O curso apresenta os conceitos do Vestir Consciente com base nos fundamentos do design sustentável, nas atualidades do mercado e nas experiências dos participantes, seguindo as diretrizes da metodologia desenvolvida pelo Instituto Ecotece.

A metodologia de aprendizagem aborda o conteúdo por meio de conceitos, dinâmicas interativas e exercícios práticos em todas as aulas.

Clique aqui e veja os depoimentos de quem já fez o curso 

Clique aqui e veja o vídeo do curso


Objetivo:

Capacitar o participante com os conceitos do Vestir Consciente para que possa atuar no mercado da moda e do vestuário tendo em vista as possibilidades de ação com base no desenvolvimento sustentável e no despertar da consciência.

Público-alvo:
Profissionais e estudantes de moda e da cadeia do vestuário, pesquisa e inovação, design, empresários e demais interessados no tema.

Carga Horária:
12 horas

Tutor:
Ana Cândida Zanesco
Fundadora e presidente do Instituto Ecotece. Assessora do concurso de moda sócio-ambiental Eco Fashion Brasil. Foi responsável pelo lançamento, no Brasil, do vídeo Fibra Ética: Algodão Orgânico, em parceria com a ONG britânica PAN-UK, em 2007. Trabalhou na organização da III Conferência Latino-Americana de Algodão Orgânico em parceria com a ONG Organic Exchange, em 2008. Apresentou o conceito do Vestir Consciente na Conferência Global de Têxteis Orgânicos, na California em 2007, foi convidada da Conferência Global de Têxteis Orgânicos em Portugal, em 2008.

Próxima turma
:
09, 10, 11 e 12 de Agosto
Horário: 19h às 22h

+ Infos e inscrições: http://www.ecotece.org.br/conteudo.php?p=111&i=76

 
 

Que tal uma ecobag da Prada por 200 Euros? 17 junho, 2010

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Diego @ 3:56 pm

Okay! As vezes, nós que gostamos de moda descomplicada e acessível, nos rendemos ao desejo de uma etiqueta de luxo, principalmente uma marca de tanto prestígio como a Prada, que neste ano lança um projeto com ecobags.

Neste verão (Hemisfério Norte), a marca italiana estará vendendo uma coleção de bolsas chamada BYO (Bring Your Own Bag). O modelo de nylon é leve – tem aproximadamente 150 gramas – pode ser usada como tal.

A peça foi uma iniciativa da Casa de Ética Italiana para proibir o uso de poluentes contidos nas sacolas de plástico. As estampas, além de lindas, são supervariadas.

Ao todo são oito estampas exclusivas como azulejo, formas geométricas, flores, pinceladas, caleidoscópio psicodélico. As impressões são feitas a partir dos padrões de arquivos da casa Prada, como vestidos, sapatilhas e bolsas.

Cada modelo custa 200 euros e estará disponível nas lojas de Paris no fim do mês.

Fonte: Finíssimo

 
 

Avon e o anel da atitude 15 maio, 2010

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Diego @ 9:00 pm

Divulgação

Reese Whiterspoon, presidente honorária da Avon Foundation for Women, com o anel

Pesquisas estimam que a cada 3 mulheres, 1 já foi vítima de violência, sendo 70% dos casos dentro de casa. Em defesa da mulher, a Avonacaba de lançar o Anel da Atitude pra arrecadar fundos nessa causa. A ação está dentro da campanha “Fale sem Medo – não à violência doméstica” (ou “Speak Out against Domestic Violence” lá fora), uma das campanhas do Instituto Avon. O anel, criado pela atriz Reese Whiterspoon, a presidente honorária da Avon Foundation for Women, e por Andrea Jung, a presidente da marca, tem o total de seu lucro líquido revertido à causa, e custa apenas R$ 10. O anel está nos folhetos da Avon – você já pode começar a fazer a sua parte!

Outras informações sobre o Instituto Avon podem ser obtidas acessando www.institutoavon.org.br . Sobre a campanha no país, acesse www.falesemmedo.com.br

fonte: LilianPacce

 
 

Uniform Project - 365 looks diferentes e 217 crianças na escola 14 maio, 2010

Arquivado em: Notícias, Todos Arquivos — Diego @ 12:18 am

Que tal poder usar uma roupa igual 365 dias do ano e só mudar o estilo, aplicando novas informações de moda na peça? Você duvida que é possível? Pois acredite, “Sheena Matheiken resolveu fazer o mesmo em um projeto de moda sustentável, o Uniform Project, iniciado em maio de 2009. Durante este tempo, ela usou a mesma roupa – ou algo próximo a isso.

A artista tem sete vestidos idênticos, um para cada dia da semana, que são “renovados” com acessórios, camadas de tecidos, artigos manufaturados e outros elementos que a criatividade da moça inspirar e que o frio ou o calor mandarem. A versatilidade ganha uma forcinha da amiga e designer Eliza Starbuck.

A ideia nasceu de uma reflexão sobre os uniformes escolares obrigatórios da sua época de estudante e de como os adolescentes faziam de tudo para colocar um pouco de personalidade naquele look”. (Fonte: Super Interessante)

Veja o vídeo

Como ninguém tem tanto badulaque em casa assim, Sheena aceita doações de cintos, chapéus e apetrechos de toda espécie, basta que os interessados mandem um e-mail. Profissionais que tenham peças originais também podem enviar. Em troca, a moça promete tirar fotos ao usá-las e dar um link para o site do colaborador.

Mas o mais surpreendente deste projeto é o lado social. Sheena também resolveu ajudar crianças carentes da Índia à permanecerem na escola. Todo o tipo de ajuda, ora uma peça de roupa, ora dinheiro, ajudou a colocar 217 crianças, à um custo de $78,170 dólares, doados à Akanksha Foundation, entre outras despesas.

 
 

Conselho de Moda Britânico apóia moda sustentável 13 maio, 2010

Arquivado em: Notícias, Todos Arquivos — Diego @ 12:32 pm

O presidente do BFC, Harold Tillman, lança  campanha para apoiar empresas com preocupação  ambiental.

por Julia Salgueiro para Closetonline

O empresário inglês Harold Tillman, que investe em  marcas de moda e luxo, lançou recentemente uma  campanha para ajudar marcas de moda que tem o  compromisso com a sustentabilidade.

Devido aos elevados preços finais, muitas grifes  escolhem formas de produção mais baratas, e  conseqüentemente fugindo da responsabilidade  ambiental. As grandes cadeias, principalmente as de “fast  fashion”, estão preocupadas em atender à demanda das  últimas tendências, não importando o custo ambiental no  processo de produção.

É por isso que Harold Tillman, chefe do Conselho  Britânico de Moda, iniciou uma campanha que pode  ajudar a reverter esta situação. Seu objetivo junto às  marcas é, além de consicientizá-las, conseguir apoio  com atitudes sustentáveis em relação ao meio ambiente  e, assim, elas terão seus impostos reduzidos pelo  governo britânico.

Tillman acredita que essas atitudes são uma forma de sobrevivência não só para o Planeta, mais também para os negócios futuros. Além disto, mudar a forma de produção trará benefícios para o bolso dos empresários.

E a idéia de aliar a sustentabilidade à redução de impostos pode ser benéfica também para o consumidor final. “Se os cidadãos do Reino Unido puderem obter benefícios fiscais na compra de carros ou quando usam energia renovável, porque não reduzir impostos de produtos feitos de forma ética?” diz Harold Tillman. Certamente isso impolsionaria as compras de produtos produzidos de maneira sustentável.

A moda eco-consciente já tem apoio de grandes nomes britânicos como; Vivienne Westwood, Monsoon e o Centro de Moda Sustentável da London College of Fashion.

Fonte: Closet online

Mais: Vogue.com

 
 

Transformando gravatas em carteiras ecológicas

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Diego @ 12:04 pm

Que tal transformar as velhas gravatas em belas carteiras ecológicas?

A designer americana Laura Skelton da Prix-prix pegou gravatas de diversas padronagens e, artesanalmente, criou carteiras sustentáveis.

Uma ótima dica para novos empreendedores.

Alguns Modelos:

Visite: Prix-prix Website
Via: Ecouterre

 
 

Botas Feitas com Sacolas plásticas - Parte 2

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Diego @ 11:38 am

No mês de março, mostramos uma nova possibilidade de calçado feitos com sacos plásticos. No post Botas feitas com sacolas plásticas, a designer chilena Camila Labra Fontana encontrou uma maneira interessante para criar ankle boots, que estão na moda, reutilizando sacolas plásticas.

Neste novo post, encontramos uma versão ‘unisex’ para calçados feitos de sacólas plásticas: as galochas!

Segundo o blog Coletivo Verde:

Louie Rigano é um designer que teve uma idéia muito criativa: criou botas de chuva que utilizam sacolas plásticas como matéria-prima e que são bem fáceis de produzir.

Além de resolver um grande problema ecológico já que uma sacola demora mais de 100 anos para decompor o seu design criou uma oportunidade de fonte de renda para oscatadores de lixo argentinos conhecidos por Cartoneros.

Os sacos plástico que são descartados aos milhares se transformam em uma matéria-prima abundante e como o processo de fabricação é simples todas as estapas podem ser feitas pelos próprios catadores criando uma oportunidade muito bacana de geração de renda.

O processo consiste basicamente em prensar os sacos de plástico para criar folhas do material uma curiosidade é que entre as folhas são inseridas gases para possibilitar a costura da bota.

O coletivo Waste For Life ensina, divulga e presta asessoria para os processos, é uma maneira inteligente de manter e expandir o projeto.

É com exemplos como este que podemos dizer que o design salva vidas.

Mais: Louie RiganoWaste For Life
Via: Tree Huugger

 
 

Transforme suas velhas camisetas em aventais

Arquivado em: Notícias, Todos Arquivos — Diego @ 11:14 am

Uma das 10 dicas para deixar o seu armário “verde” sugere: “Seja criativo, inspire-se no mundo a sua volta e aproveite o que já existe para reinventar. ”

Pois então, que tal por a mão na massa criando lindos aventais com aquelas camisetas velhas que só ocupam espaço no seu armário?

É simples e divertido veja as instruções:

1. Corte um retângulo da parte frontal da camiseta como indica a figura.

2. Dobre a parte inferior da camiseta, respeitando o design da estampa e dobre a barra para fazer o acabamento.

Costure os pontos pontilhados como indicado na figura divindo o espaço em 4 compartimentos, no último faça mais uma costura dividindo-o ao meio. Este será o espaço reservado para as colheres.

3. Utilizando as costas da camiseta, corte 6 tiras de 7cm de largura por 60cm de altura.

4. Junte duas tiras costurando pelo lado avesso. Ao final você terá 3 tiras, como na figura.

5. Una as tiras costurando pelas pontas para formar uma única tira longa.

6. Pince com alfinetes a tira longa na parte superior do avental e costure.

E aí está o avental, com informação e estrutura de moda, diferente dos que estamos acostumados a ver ou comprar em casas especializadas para churrascaria ou limpeza doméstica.

Encontrei essa dica no blog Coletivo Verde, do Guilherme Augusti Negri.

Fonte: Ruffles and Stuff

 
 

Moda Sustentável: cubra-se de atitude 7 maio, 2010

Arquivado em: Notícias, Todos Arquivos — Diego @ 2:20 pm

Imagem: Google

Saiba como fazer escolhas conscientes, descubra maneiras de reaproveitar suas roupas e cubra-se de atitude

por Marcia Bindo (para Revista Simples)

(…)

É a coqueluche do momento. Exatamente porque existe um público mais exigente quanto à procedência dos produtos, muitos fabricantes de roupas buscam se diferenciar usando materiais ecológicos e maneiras mais sustentáveis de produzir. Essa busca vem tímida desde a década de 70 e se intensificou nos últimos três anos, diz a jornalista inglesa Sally Lohan, do WGSN, prestigiado site de moda internacional. E arremata: Essa tomada de consciência deixou de ser coisa de hippie, e as roupas não têm mais um caráter artesanal, incorporaram design e tecnologia.

Sally esteve em junho de 2009 no São Paulo Fashion Week, que pela segunda vez adotou a sustentabilidade como tema. O evento foi decorado com papelão reciclado e reduziu em 70% o consumo de energia, entre outras ações. Nas passarelas, contudo, pouco se viu sobre o tema. A indústria têxtil brasileira está começando a adaptar suas fábricas a esse novo conceito, diz Sylvio Napoli, gerente de capacitação tecnológica da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil).

Se por aqui esse mercado engatinha, lá fora anda a passos firmes. A semana de moda de Londres, que acontece em setembro, terá o Esthetica, um espaço só para marcas ecológicas. E, em outubro, Paris é o palco da quarta edição de uma semana de moda exclusiva para marcas adeptas do comércio ético (todas as etapas de confecção priorizam a redução do impacto ambiental, promovem a atividade de artesãos e pequenas comunidades e valorizam os funcionários).

Na Europa e nos Estados Unidos tem de tudo: marcas de sapatos, bolsas e lojas inteiras especializadas em peças ecologicamente corretas como a recém-inaugurada Organic Avenue, em Nova York. A estilista inglesa (e vegetariana) Stella McCartney, famosa defensora dos animais, não usa couro nem pele de bichos e suas coleções são um sucesso. O cantor Bono, do U2, criou a Edun, marca de roupas com tecidos orgânicos produzidos por comunidades na África. Grifes como Armani e Levis lançaram linhas especiais de roupas com algodão orgânico. Até a megarrede varejista Wal-Mart entrou nesse filão. (…)

Leia a reportagem na íntegra no site da Revista Simples

 
 

10 dicas de como deixar seu guarda-roupa um pouco mais ‘verde’

Arquivado em: Notícias, Todos Arquivos — Diego @ 1:05 pm

Calma, você não precisa jogar uma lata de tinta verde em cima de você ou no seu guarda-roupa. A imagem é meramente metafórica. Mas faz refletir como podemos tornar nossa vida um pouco melhor.

Desde que fiz o curso ‘Princípios do Vestir Consciente’ tenho analisado a moda de forma totalmente diferente. Eu, que sou jornalista de moda e que cubro todas as Fashion Weeks da vida, venho notando a grande importância que a indústria da moda tem dado ao tema da sustentabilidade e ecologia na cadeia produtiva. Até pouco tempo atrás isso era visto como piada por estilistas e empresários, mas o grande rebuliço feito por ativistas no mundo todo, abriu, mesmo que pouco, os olhos dos mesmos.

Nunca gostei da moda como ela é feita, me interessando somente o processo criativo, artístico, concepcional e, finalmente, o comportamental, carro chefe desta demanda toda. Mas descobrindo como é o ‘novo’ sistema da moda ecológica, passei a gostar do processo.

Há pelo menos 8 temporadas de moda (cerca de 4 anos) a questão ecológica e sustentável é tema forte em palestras, workshops, Fashion Weeks e, definitivamente, não é mais uma ‘trend’ (tendência) passageira. Ela veio para ficar, graças à tudo o que é sagrado.

Por isso, quero compartilhar com vocês o que aprendei no curso através de 10 dicas de como deixar nosso guarda- roupa mais ‘verde’. Encontrei o texto da Fernanda Vasconcelos Torres que resume um pouco o que o curso me ofereceu. Recomendo à todos a leitura e, se possível, o curso da Ana Cândida!

Diego Carvalho

Como Deixar seu Guarda-Roupa Verde

por Fernanda Vasconcelos Torres

1. Planeje antes de comprar
Abandone as compras por impulso. Pode ser uma maneira de pensar também em você, analisando bem se aquela roupa ou acessório servem para você ou é só uma vontade passageira. Caso contrário, além de gastar dinheiro, você perderá espaço no armário.

2. Ame suas roupas
Cuide-as com carinho. Evite usar roupas de festa, trabalho ou qualquer outra peça que pretende usar para sair. ‘Acidentes’ domésticos provocam pequenos desastres como manchas ou tecidos queimados. Se cair um botão ou tiver que ajustar um pouco, procure uma costureira e veja se há como reparar. Para os mais empolgados, é uma boa hora para aprender a lidar com linhas e agulhas.

(mais…)

 
 

Curso “Análise de Ciclo de Vida do Produto - ACV 2010″ no Idds

Arquivado em: Cursos, Notícias, Todos Arquivos — Diego @ 12:03 pm

Entre os dias 25, 26 e 27 de maio, o Idds (Instituto de Design para o Desenvolvimento Sustentável)  vai ministrar o curso “Análise de Ciclo de Vida do Produto  - ACV” 2010, no escritório do HUB São Paulo, das 19h às 23h. O curso visa compreender como o ACV é essencial para o desenvolvimento de produtos e serviços de maior eficiência econômica e ambiental. O palestrante será Gil Ganderi - Phd.

O ACV constitui um importante instrumento estratégico e de competitividade aplicado na gestão das diversas fases de desenvolvimento de um produto/serviço, a fim de avaliar e identificar comparativamente processos, materiais, formas, funções, uso e descarte que tenham melhor desempenho.

O curso fundamenta e trabalha conceitos do “Modus Operandi” da visão sistêmica do ‘Life Cicle Thinking’. A aplicação das técnicas de ACV é demonstrada e praticada através de exercícios e também em estudos de caso utilizando software de análise.

Se você é desenvolvedor e/ou gestor de produto, processos, serviços e sistema, ou de alguma forma, estuda ou trabalha com design, engenharia, gestão ambiental, ou é interessado no tema, pode se inscrever no curso, que tem vagas limitadas.

+ infos sobre valores e dados cadastrais no site do Idds.

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Tutor - Phd. Gil Ganderi

Presidente da Associação Brasileira de Ciclo de Vida. Pós-Doutorado em Engenharia Química pelo Instituto de Tecnologia da Geórgia nos Estados Unidos. Doutor em Engenharia Química pela Universidade de São Paulo-USP. É professor do Departamento de Engenharia Química na Escola Politécnica da USP. É Chefe de Desenvolvimento de Processos da Química Brasileira S. A. - QUIMBRASIL  e consultor coordenador do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo - IPT. Atua na área de Prevenção da Poluição e recebeu o prêmio Chair’s special prize, pela Institute for Product Development, Technical University of Denmark.

 
 

Retalhos entopem os bueiros no Bom Retiro 6 maio, 2010

Arquivado em: Notícias, Todos Arquivos — Diego @ 9:35 pm

Imagem: Google

texto de JAMES CIMINO
da Reportagem Local

Todos os dias, as confecções da rua José Paulino, no Bom Retiro (região central de São Paulo), produzem cerca de dez toneladas de retalhos que entopem galerias pluviais e causam enchentes na região.

Para resolver o problema, que há 15 anos incomoda os comerciantes, a Câmara de Dirigentes Lojistas do Bom Retiro se reuniu na tarde de ontem com o subprefeito da Sé, Nevoral Alves Bucheroni. Mas o encontro terminou sem uma solução efetiva, já que o caso envolve um impasse ambiental: entre 80% e 90% dos retalhos da José Paulino não são recicláveis.

Fora isso, parte dos lojistas coloca os sacos de lixo nas calçadas antes da hora da coleta pelos caminhões da prefeitura.

À mercê dos moradores de rua e dos catadores de material reciclável, que se interessam apenas pelo saco plástico, os retalhos acabam no meio da rua. A chuva os arrasta para as galerias de águas pluviais, que entopem e inundam a região.

“Se a gente descesse às galerias da José Paulino, iria encontrar as 15 últimas coleções que passaram pelas vitrines”, ironiza Kelly Cristina Lopes, secretária-executiva da câmara.

A negligência já levou alguns lojistas para a delegacia. Segundo Dorival Cecconello, comerciante no Bom Retiro há 30 anos, a Polícia Civil deu flagrantes por crime ambiental há alguns meses.

Assustados, os donos de confecções pararam por um tempo. Mas, como o comércio fecha às 17h30, ninguém espera até as 20h para colocar o lixo.

O subprefeito da Sé ressaltou, durante a reunião, que os grandes geradores de lixo têm obrigação legal de dar destinação a seus detritos. Pediu também que os lojistas dificultem o acesso dos moradores de rua ao lixo. “Se não tiver lixo, eles vão para outra região.”

Em resposta, o dirigentes da câmara disseram já ter contratado um serviço de coleta. “Acontece que não tem onde pôr esses retalhos. O aterro não aceita. Gostaríamos que a prefeitura nos ajudasse a dar um destino para esse material”, pediu um dos lojistas.

Roupa tóxica

Dorival Cecconello conta que, nesses 15 anos, já tentou fazer de tudo para se livrar dos retalhos. “Já demos para ONGs, mandei para índios de Mato Grosso do Sul, mas eles não dão conta da produção.”

Segundo a secretária da câmara, o Senai desenvolveu uma técnica de prensagem desses retalhos que os transformava em enchimento para divisórias de compensado, mas a Cetesb vetou, porque a prensa do material gerava gases tóxicos.

Enquanto isso, na rua dos Italianos, paralela à José Paulino, a Folha encontrou um ponto de comércio de recicláveis.

Uma van vai parando em diversos pontos de “desova” de retalhos. Homens esvaziam os sacos no meio-fio. Depois pesam-nos em uma balança e carregam o veículo, deixando para trás um rastro de sujeira.

Fonte: Folha de S. Paulo

 
 

Oficinas de Consumo Consciente

Arquivado em: Cursos, Eventos, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 1:50 pm

Oficinas gratuitas no Espaço de Consumo Consciente Tendal da Lapa. 

 12/05 - 9h00 às 10h00
 ”Mude o Consumo de produtos de Higiene e Limpeza para não mudar o Clima” Adriana Charoux - IDEC
Ana Flávia B. Badue - Kairós
 
19/05 - 10h00 às 11h00
 ”Educomunicação - Facilitando a comunicação entre produtores e consumidores - Parte I” Núcleo de Comunicações e Educação NCE/USP

26/05 -  10h00 às 11h00 
 ”Oficina de sensibilização: Trocas Solidárias para um mundo melhor” Isabela Notari - ITCP FGV 
 
Serviço: Espaço Cultural Tendal da Lapa - Rua Guaicurus, 1100 - Lapa, São Paulo (ao lado da Subprefeitura da Lapa e próximo à estação de Trem da Lapa). Não é necessário fazer inscrição antecipada.
 
Fonte: O Guia Verde

 
 

Guia de Moda e Comportamento por um mundo melhor 3 maio, 2010

Arquivado em: Eventos, Institucional Ecotece, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 11:01 pm

O Instituto Ecotece desenvolveu o projeto e conteúdo do Guia de Moda e Comportamento Por Um Mundo Melhor que está sendo distribuído junto a Campanha do Agasalho da Pernambucanas que começa HOJE e vai até 19 de Junho e cujo tema é “doar tem a ver comigo”.  
 
Esse é o quinto ano que a empresa promove a Campanha através de sua área de Responsabilidade Social,  a Pernambucanas Cidadã. 
 
Nesse ano de 2010, o objetivo da empresa é associar a Campanha a uma ação educativa e foi assim que surgiu a idéia de fazer um Guia de Moda e Cidadania e a parceria com o Instituto Ecotece para o desenvolvimento do mesmo. Foi um trabalho que tem tudo a ver com o Ecotece e muito nos alegrou. 
 
O nome do Guia: Ame Suas Roupas - porque quem ama cuida e quem ama doa. Roupas bem cuidadas duram mais tempo e durabilidade é uma ferramenta e tanto da sustentabilidade.  O resultado ficou uma graça, criamos uma personagem, a Bia, que apresenta as dicas do Guia. Vale participar da Campanha, doando aconchego a pessoas que necessitam e recebendo as orientações que o Guia traz para desenvolvermos atitudes por um mundo melhor através da moda e das roupas. 

+ infos: http://www.pernambucanas.com.br/hotsite.aspx?id=12

 
 

Concurso de Moda Sustentável

Arquivado em: Eventos, Notícias, Todos Arquivos — Diego @ 7:12 pm

Foi aberto recentemente um concurso de moda sustentável que está em sua 2ª Edição: o Concurso de Desenho Talentos Design ‘ 10. Ele é voltado para alunos do ensino superior e patrocinado pela Fundação Banco Santander.

Na primeira etapa do concurso, serão selecionados os 50 projetos mais pontuados pelos internautas. A ex-aluna do curso Princípios do Vestir Consciente, Mari Bernardes, enviou projeto chamado “Aquarela” e vai participar da seleção.

Este projeto tem como objetivo transformar o ato do vestir numa prática sustentável e também num meio de despertar nas crianças uma consciência ecológica de maneira divertida e interativa.

As peças foram inspiradas na música “Aquarela” de Toquinho e possuem diferentes funções. A saia amarela pode ser usada como capa e possui bolsos bordados que transformam-se nas páginas de um livro. Destas páginas podem desprender-se broches, permitindo que a criança interaja com a história. Estes broches são preenchidos com sementes e podem ser utilizados para formar os 5 componentes do jogo de baliza. Quando a roupa não mais for utilizada ela poderá formar um vaso no qual serão plantadas as sementes.

• Materiais / Técnica aplicada

Neste projeto foram utilizados tecidos 100% algodão orgânico, cedidos pela empresa Coexis. Também foram utilizados botões de coco, colchetes metálicos, elásticos, conta de lágrima, linhas 100% algodão e sementes. Todos os tecidos e a grande maioria das linhas foram tingidos com corantes naturais oriundos de extratos vegetais e frutas. Foram realizados bordados manuais sobre os tecidos.

Projeto Aquarela de Mari Bernardes

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