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Formatura das retecelãs do projeto Retece 9 março, 2010

Arquivado em: Eventos, Institucional Ecotece, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 8:46 pm

                            

Ontem, Dia Internacional da Mulher, enquanto diversos eventos aconteciam no mundo todo celebrando o feminino e suas conquistas, o grupo de 15 mulheres do projeto Retece, na comunidade Jardim Santo André, vivenciou a celebração de uma vitória: o especial momento de sua formatura. Mais de 60 convidados estiveram presentes, dentre parceiros, família das formandas, amigos e a visita especial da equipe de costura da comunidade do Pantanal, que trouxe cantos, presentes e alegria ao evento.
 
Foram 10 meses de formação, estruturação e capacitação, financiados pelo prêmio Avon Viva o Amanhã, com suporte do CDHU, colaboração de diversos parceiros e coordenação do Instituto Ecotece. Foram 10 meses de grande aprendizagem para todos os envolvidos, de erros e acertos, desafios, superação, união, fé, esperança e dedicação. O exemplo dessas mulheres guerreiras e amorosas ficou registrado na história da equipe Ecotece. 
 
Foi admirável ver como essas mulheres retecelãs aproveitaram a oportunidade de educação e qualificação profissional que lhes foi oferecida. 
 
Somos gratos a todos os parceiros e colaboradores que fizeram essa históra ecotecer. 
Parabéns a cada uma dessas lindas mulheres que vem mergulhando fundo para encontrar cada vez mais seu potencial e beleza.  Sucesso e que venham mais conquistas e vitórias!
 
Agora, o projeto inicia um novo momento: as retecelãs estão habilitadas a prestar serviços de costura e bordado a empresas e pessoas interessadas em produtos e brindes feitos com amor e consciência de produção sustentável.
 
A manutenção do projeto depende da demanda dos clientes, da venda dos serviços e produtos. Quem tiver interesse em desenvolver e encomendar algum produto/brinde entre em contato com:
 lia@ecotece.org.br - tel: 11 9892-3689 ou alice@ecotece.org.br - 11 8905-5798 

Saiba +: http://retece.wordpress.com/  
              http://www.ecotece.org.br/conteudo.php?i=50  

   

Em breve teremos mais fotos desse dia especial! Aguardem!

 
 

Guia do Salário Justo 5 março, 2010

Arquivado em: Todos Arquivos — lia @ 2:15 pm

 

O site Fair Trade Calculator auxilia  produtores, artesãos e compradores a calcular os custos e determinar se o artesão está sendo pago com um salário justo para o seu tempo de trabalho. Gerando uma análise de preços de salários pagos aos artesãos, em comparação aos padrões internacionais de salário. 

O Fair Trade Calculator foi construído por meio da colaboração e parceria de centenas de organizações de comércio justo em todo o mundo interessadas em melhorar o padrão de remuneração para um salário justo para os artesãos.

Paul Myers da maior empresa de comércio justo nos Estados Unidos, a Ten Thousand Villages, com proximadamente US $ 20 milhões em vendas, declarou: “O pagamento de pessoas que trabalham na confecção de produtos artesanais é complexa e difícil. O Fair Trade Calculator dá aos produtores, compradores e consumidores, pela primeira vez uma ferramenta razoável para calcular salários e preços em diversos locais e realidades do mundo.”

Hoje 850 ONGs e empresas em 81 países utilizam a ferramenta.  No site é possivel ter acesso também a dodos e pesquisas de salários coletadas das empresas que utilizam o sistema.

+ infos: www.fairtradecalculator.com

 
 

Mangueira e câmara de pneu viram bolsas

Arquivado em: Marcas e produtos, Todos Arquivos — Jacqueline @ 8:24 am
Itens masculinos priorizam design limpo.
Manter pneus longe dos lixões não é uma tarefa fácil, mas a Seal transformou o que seria lixo em matéria-prima. Para se ter uma noção da imensa quantidade descartada diariamente no mundo todo, basta multiplicar o número de veículos por 4, no mínimo, visto que alguns caminhões chegam a ter 18 rodas.

Preocupada com este fenômeno, a marca japonesa reutiliza câmaras de ar provenientes dos pneus como material para bolsas e pastas masculinas. Impermeáveis, com modelagens diversas e pequenas partes em couro, as peças mantêm cores, textura e até mesmo os números das câmaras, evidenciando sua origem.

Também focada na sustentabilidade, a inglesa Elvis & Kresse remove fuligem e graxa acumuladas ao longo de 25 anos em mangueiras de bombeiros para então usá-las limpas em bolsas e carteiras. Até mesmo detalhes e costuras são provenientes de reutilização. Os metais, por exemplo, são antigas fivelas de cintos de avião.

Marrons, as bolsas têm textura bastante rústica e recebem metais em tom ouro-velho, mesma cor das partes metalizadas das mangueiras. Assim como as câmaras, esta matéria-prima remete às funções predominantemente masculinas e mantêm numerações do corpo de bombeiros do Reino Unido. Em troca do material, a empresa destina 50% dos lucros para os bombeiros.

Fotos: Divulgação

Eduardo Pedroso
eduardo.pedroso@usefashion.com

 
 

Moda ética - retecendo 4 março, 2010

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — lia @ 5:15 pm

Semana de moda de Londres leva sobras e resíduos às passarelas

Upcycle é a palavra do momento no mundo eco-fashion. Ela esteve presente em 90% das marcas que participaram da Estethica, o salão de moda ética realizado pela oitava vez dentro da London Fashion Week, que terminou esta semana.

E, como a Inglaterra é um dos principais centros de comércio justo, e sua capital é pioneira na criação e no desenvolvimento da moda sustentável, pode-se dizer que esta é a principal tendência para a indústria da moda consciente, que nada tem a ver com alternativa.

Upcycle significa transformar algo que está no fim de sua vida útil ou que vai virar lixo em algo novo sem precisar passar pelo processo físico ou químico de reciclagem. O material é usado tal qual ele é. E a partir dele são feitos novos produtos.

A estilista inglesa Lu Flux é uma adepta dessa nova tendência. Ela sempre gostou de tecidos e virou uma colecionadora. “As pessoas jogam as coisas fora sem pensar duas vezes. Muitos tecidos bonitos e até retalhos às vezes são descartados”, conta a estilista, que aposta em modelos coloridos e divertidos.

Mas, para garantir uma boa produção, ela compra os tecidos de segunda mão da empresa britânica LMB, que desde 1985 coleta roupas usadas, separa os tecidos, descostura os pedaços e vende. A LMB tem hoje mais de 4 mil pontos de coleta espalhados pelo Reino Unido e recolhe de 170 a 200 toneladas de tecidos por semana. Desse total, 80% é reutilizado e exportado, 10% é transformado em retalhos, 5% vira feltro e apenas 5% acaba no lixo.

Há 13 anos no mercado, a grife From Somewhere também aderiu ao upcycle. A empresa começou customizando peças e hoje compra tecidos que sobram de grifes conhecidas que produzem na Itália.

Também veterana na moda sustentável é a marca Junky Styling. Em 1997, as duas amigas Annika Sanders e Kerry Seager resolveram transformar em negócio a mania de criarem suas próprias roupas.

Para quem gosta de alfaiataria com uma pegada contemporânea, a Junky é um prato cheio. Tudo que eles produzem é upcycled. Eles compram roupas de segunda mão e cortam, criam novas modelagens e transformam em uma nova peça, que muitas vezes combina alguns tecidos diferentes.

A loja da marca oferece um serviço chamado Wardrobe Surgery (cirurgia no guarda-roupa), no qual o cliente pode levar peças que ele quer que sejam desfeitas e recriadas com o mesmo tecido, seja por razões emocionais ou práticas. Uma espécie de alta-costura do upcycled, o serviço virou até livro (Junky Styling – Wardrobe Surgery), lançado em julho de 2009.

Fonte: Reproduzido e adaptado de Alice Lobo do site www.estadao.com.brhttp://www.londonfashionweek.co.uk/estethica.

 
 

Sapato se decompõe antes que meia de lã 3 março, 2010

Arquivado em: Marcas e produtos, Todos Arquivos — Jacqueline @ 9:05 am

Biô SuperComfot, da Sapatoterapia, é 90% biodegradável

Após o lançamento do solado com material predominantemente biodegradável, feito em 2009 pelo Grupo Amazonas, neste ano a marca Sapatoterapia encontrou aplicação para o produto em um sapato social. Chamado “Biô SuperComfort”, o modelo é divulgado como “1º calçado biodegradável certificado do mundo”.

De acordo com a marca, o sapato se decompõe no prazo máximo de 5 anos quando aterrado. Isto representa metade do tempo necessário para o mesmo ocorrer com meias de lã e uma pequena fração das centenas de anos que outros calçados levam para voltar ao meio ambiente através de microorganismos.

A comprovação da biodegrabilidade do sapato se deu através de pesquisas de desenvolvimento, realizadasinternamente com apoio do Grupo Amazonas, e análises químicas e toxicológicas do grupo Pró Ambiente. De acordo com laudo técnico, o grau de biodegrabilidade expresso em porcentagem é de 90,4%.

Fonte: use fashion

 
 

Estilistas se unem em prol das mulheres 2 março, 2010

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Jacqueline @ 8:24 am

Grupo lançará camisetas para ajudar população de países em guerra

Com ajuda da editora da Haper´s Bazaar, Lucy Yeomans, a organização Women for Women International firmou uma parceira com estilistas britânicas para lançar uma coleção de 11 camisetas.

O dinheiro obtido com as peças será destinado a mulheres de países em guerra, como Afeganistão e Iraque. A ideia é auxiliá-las financeiramente, dando treinamentos e cursos, além de suporte emocional.

Entre as estilistas convidadas, estão Sienna Miller e Tamara Mellon, assistente de Jimmy Choo. A coleção será lançada em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, e estará à venda no site Net-a-Porter.

Fonte: usefashion.com

 
 

Curso Princípios do Vestir Consciente 1 março, 2010

Arquivado em: Cursos, Institucional Ecotece, Todos Arquivos — lia @ 5:33 pm

Nova Turma em São Paulo - 29 a 31 de Março e 01 de Abril de 2010
 
O curso mostra como é possível construir o belo essencial à moda, considerando a sustentabilidade, essencial à manutenção da vida, a partir de uma visão sistêmica da cadeia produtiva do vestuário, dos princípios de avaliação do ciclo de vida do produto e das reflexões sobre as conexões entre a moda, o vestir e a consciência.

Clique aqui e veja o vídeo do curso 
Clique aqui e veja matéria na Globo News falando do curso 
Clique aqui e veja depoimentos de quem já fez o curso

Objetivo:

Capacitar o participante com os conceitos do Vestir Consciente para que possa atuar no mercado da moda e do vestuário tendo em vista as possibilidades de ação com base no desenvolvimento sustentável e no despertar da consciência.

Público-alvo:
Profissionais e estudantes de moda e da cadeia do vestuário, pesquisa e inovação, design, empresários e demais interessados no tema.

Vagas limitadas!!
 
+ informações acesse: http://www.ecotece.org.br/conteudo.php?p=111&i=76

 
 

“Fraldas Reutilizáveis - Bebês Ecológicos” 26 fevereiro, 2010

Arquivado em: Marcas e produtos, Todos Arquivos — Felipe @ 5:54 pm

As Fraldas Reutilizáveis Bebês Ecológicos, têm um tempo de vida útil para 2 crianças e a sua produção não implica o abate massivo de árvores. A suavidade e o conforto que proporciona o algodão está bem longe do das fraldas de plástico, além de trazer benefícios para a saúde do bebê, livrando do contato com a química que contém nas fraldas descartáveis.

Milhões de árvores são todos os anos abatidas para serem utilizadas na produção das Fraldas Descartáveis, já para não falar do petróleo que também entra na sua composição.

Como não há maneira de reutilizar as Fraldas Descartáveis, nem de as reciclar, estas são enviadas diretamente para os aterros sanitários onde demoram mais de 450 anos para se decompor.

As Fraldas Descartáveis são o terceiro maior consumidor de espaço nos aterros.

Financeiramente é imcomparável o valor de 65 Fraldas Reutilizáveis que podem ser utilizadas pelo menos 2 crianças x 5 000 fraldas descartáveis.

Você sabia?

Que durante os 2 primeiros anos de vida, um bebê utiliza mais de
5 . 000 fraldas descartáveis ?

Você sabia, que fraldas descartáveis são feitas de papel (árvores) alvejado e plástico e contém ingredientes como: metais, surfactantes, desinfetantes, fragrâncias, bactericidas, fungicidas,gel absorvente, colas e organocloretos entre outras coisas?

Fonte: Reproduzido e adaptado do site http://www.fraldasecologicas.blogspot.com/


 
 

São necessários 15 mil litros de água para produzir uma calça jeans

Arquivado em: Notícias, Todos Arquivos — Jacqueline @ 2:11 pm

Impacto das mudanças climáticas será sentido na água, diz ONU
Por Alister Doyle
OSLO (Reuters) - O principal impacto das mudanças climáticas será sentido no suprimento de água, e o mundo precisa aprender com cooperações passadas, como nos rios Indo ou Mekong, para evitar conflitos futuros, disseram especialistas.

Desertificação, enchentes, derretimento de geleiras, ondas de calor, ciclones e doenças transmitidas pela água, como o cólera, estão entre os impactos do aquecimento global inevitavelmente ligados à água. E a disputa pela água pode provocar conflitos.

“As principais manifestações ligadas à alta das temperaturas dizem respeito à água”, disse Zafar Adeel, presidente da ONU-Água, que coordena os trabalhos relacionados à água entre 26 agências das Nações Unidas.

“A água exerce um impacto em todas as partes de nossa vida como sociedade, sobre os sistemas naturais e os habitats”, disse ele à Reuters em entrevista telefônica. As perturbações podem ameaçar a agricultura e o suprimento de água potável, desde a África até o Oriente Médio.

“E isso gera potencial para conflitos,” disse ele. A escassez de água, como por exemplo em Darfur, no Sudão, vem sendo um fator que contribui para guerras.

Mas Adeel disse que em vários casos a água já serviu para promover cooperações. A Índia e o Paquistão colaboram para gerir o rio Indo, apesar de seus conflitos de fronteira, e Vietnã, Tailândia, Laos e Camboja cooperam na Comissão do rio Mekong.

“A água é um ótimo meio para cooperações. Costuma ser uma questão desvinculada da política e com a qual é possível trabalhar”, disse Adeel, que também é diretor do Instituto de Água, Meio Ambiente e Saúde, sediado no Canadá e pertencente à Universidade das Nações Unidas.

250 MILHÕES DE PESSOAS

As regiões que deverão ficar mais secas em função das mudanças climáticas incluem a Ásia central e o norte da África. Até o ano 2020, até 250 milhões de pessoas na África podem sofrer mais que hoje pela escassez de água, segundo o painel de especialistas climáticos da ONU.

“Há muito mais exemplos de cooperação internacional bem sucedidos que de conflitos em torno de água”, ponderou Nikhil Chandavarkar, do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU e secretário da ONU-Água.

“Estamos tentando aproveitar os exemplos bons de cooperação, como o Mekong e o Indo. Mesmo quando havia hostilidades entre os países em volta, os acordos funcionaram”, disse ele à Reuters.

Adeel disse que a água merece um lugar mais central nos debates sobre segurança alimentar, paz, mudanças climáticas e recuperação da crise financeira. “A água é fundamental em cada uma dessas discussões, mas não costuma ser percebida como tal.”

E os próprios esforços para combater o aquecimento global vão necessitar mais água, devido às exigências econômicas rivais - como para irrigação, biocombustíveis ou energia hidrelétrica.

Adeel chamou a atenção para os esforços para gerenciar o suprimento de água, contabilizando quanta água é embutida nos produtos, desde a carne bovina até o café.

Um estudo, disse ele, mostrou que são necessários 15 mil litros de água para produzir uma calça jeans. Conscientizar as indústrias sobre o consumo de água pode ajudar a promover a conservação.

Ele disse que o mundo pode alcançar uma “meta do milênio” de reduzir pela metade até 2015 a parcela de pessoas que não têm acesso a água potável, mas que está fracassando em uma meta relacionada de melhorar o saneamento. Cerca de 2,8 bilhões de pessoas não têm acesso a saneamento básico.

Fonte:|oglobo.globo.com/mundo|

 
 

Camisa da Seleção Brasileira: feita a partir de garrafas PET

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Jacqueline @ 8:07 am

Ontem em Londres, foi apresentada pela Nike a nova camisa da Seleção Brasileira, a que será usada na estreia da Copa da África do Sul.

A novidade é que a

Camisa ecológica

camisa da seleção é ecologicamente correta, feita com garrafas PET além do tecido comum. Cada camisa foi produzida a partir de oito garrafas retiradas do meio-ambiente.

A camisa tem a tradicional cor amarela com detalhes verdes nas mangas, e é mais leve que as edições anteriores.

A NIKE lançar uma linha ecológica em tempos de Copa do Mundo, pode ser um ótimo foco, para os tecidos sustentáveis.

 
 

Para Lavar É Só Colocar No Freezer 10 fevereiro, 2010

Arquivado em: Marcas e produtos, Todos Arquivos — lia @ 3:50 pm

A urgência em economizar água fez nascer uma alternativa que deve movimentar o mercado da moda: o jeans que não é lavado nem precisa passar. A novidade foi apresentada em uma feira sobre sustentabilidade, em Berlim, no ano passado, e inspirou a empresária mineira Jandira Barone, da Tristar, que estava no evento alemão. De volta ao Brasil, Jandira criou o jeans que fica limpo apenas no processo de congelamento, no freezer caseiro. A peça será vendida junto com uma sacolinha com vedação, própria para temperaturas baixas. Doze horas dentro do freezer são suficientes para matar as bactérias e tirar o cheiro de uso, mas o ideal é deixar o dobro deste tempo. “Nossa preocupação é prioritariamente com a ecologia. Vai economizar água, sabão e energia para passar”, diz Jandira, lembrando que o freezer já fica ligado à geladeira mesmo. A empresária explica que as peças são orgânicas - algodão, fibras e tingimentos que não levam agrotóxicos em nenhuma das etapas - da matéria- prima à calça jeans pronta. Mas não poderia ser totalmente fashion se não apelasse para o que há de mais disputado nessa área: a exclusividade. “À medida que vai congelando e descongelando, o tecido amacia e a calça fica com o formato do corpo da pessoa”, defende Jandira. Da mesma forma, se algo respingar na peça, o resfriamento fará com que a mancha seja incorporada ao modelo, tornando-o mais pessoal ainda. “Os consumidores não compram calças puídas, detonadas, manchadas? O conceito é o mesmo, só que será um detalhe produzido pelo próprio usuário”, diz. Mas se o líquido derramado na roupa for, por exemplo, graxa ou gordura e a pessoa quiser lavar, não há nenhum problema em usar água e sabão. A diferença é que a lavagem muda um pouco o formato da peça, característica que o congelamento mantém. Calças e shorts jeans com embalagens para o freezer são as primeiras unidades que a Tristar vai lançar com sua própria marca. Há 35 anos no mercado, a fábrica, do Rio de Janeiro, abastece grifes como Animale, Espaço Fashion, Enjoy, Checklist, Ecletic e Botswana. A comercialização será feita a partir de abril, através de consultoras de vendas, do tipo das que vendem de porta em porta, e também em lojas multimarcas. Jandira ainda não definiu o preço, mas acredita que as lojas devem fixar algo em torno de R$ 300 para as calças, que são dupla face. Além de não precisar lavar, é só virar pelo avesso para usar a mesma roupa como se fosse outra.

Fonte: Isto é Independente

 
 

Guarda-chuva quebrado vira saia em moda sustentável 3 fevereiro, 2010

Arquivado em: Marcas e produtos, Todos Arquivos — lia @ 5:10 pm

Que tal transformar o guarda-chuva e o guarda-sol velhos numa saia? Foi o que fez a designer italiana Cecilia Felli. O resultado da iniciativa é bem divertido.

A ideia é mais do que sustentável, pois reutiliza o tecido - que costuma ser muito resistente, mas frequentemente é jogado no lixo comum quando a armação do guarda-chuva se quebra.

Para que outras pessoas possam fazer o mesmo, a estilista explica a criação da obra: primeiro é retirada a armação do guarda-chuva, depois é feito um corte bem no meio (na parte de cima do guarda-chuva). Em seguida, uma fita é alinhavada nesta parte do centro, dando o acabamento e possibilitando o ajuste na cintura.

Fonte: Época NEGÓCIOS Online

 
 

Resultado da participação do projeto Retece na Campus Party 2 fevereiro, 2010

Arquivado em: Eventos, Institucional Ecotece, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 8:57 pm

As retecelãs do projeto Retece do Jardim Santo André participaram de uma ação de inclusão digital promovida pela CCE dentro da Campus Party, maior evento anual mundial de tecnologia que aconteceu na semana passada em São Paulo. Vejam o que elas produziram de conteúdo digital e o que saiu na mídia: 
 
Retecelã Silvânia oferece serviços Retece para empresas: http://www.youtube.com/watch?v=c1I_6uysWTU&feature=related

Retecelã Flávia apresenta serviços Retece: http://www.youtube.com/watch?v=2ZU5veaYapg&feature=related

Retecelã Alice é entrevistada em matéria do Jornal Nacional: http://www.youtube.com/watch?v=yJ68ezXZLR8&feature=related

Retecelã Flávia é entrevistada pelo programa Olhar Digital da Rede TV: http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=10523&tipo_video=normal 
 
Retecelã Flávia é entrevistada pela TV Cultura: http://www.youtube.com/watch?v=H5r4z3eCgLo

Retecelãs ensinam campuseiro a fazer capa de notebook: http://www.youtube.com/watch?v=8waT5Kre5Nk&feature=related

Retecelã Flávia apresenta Equipe Retece - Santo André: http://www.youtube.com/watch?v=dggJqYnyzAA&feature=related

Entrevista com Equipe Retece: http://www.youtube.com/watch?v=XmKFpu69Dao&feature=related

Retecelã Alice apresenta projeto: http://www.youtube.com/watch?v=B7u8xmHhHrU&feature=related

Apresentação Projeto Retece - no Jd Santo André: http://www.youtube.com/watch?v=U0-oAKtrkRE&feature=related

 
 

Projeto Retece Conectando-se 27 janeiro, 2010

Arquivado em: Eventos, Institucional Ecotece, Notícias, Todos Arquivos — lia @ 8:18 pm

Essa semana o Projeto Retece está participando da Campus Party, maior evento de inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do mundo.

Em uma ação promovida pela CCE denominada Desconectados Conectados CCE, as meninas do Projeto Retece estão tendo a oportunidade de aprender junto aos 6000 “campuseiros” presentes no evento, como a internet pode ser eficiente para a vida e o trabalho delas.

Nesses primeiros dias de evento, elas interagiram com o público presente convidando os campuseiros para confeccionarem suas próprias capas de notebook ou seu colar de retalhos. Hoje foi o dia reservado para iniciar a vida online: com o auxílio dos participantes da feira, elas abriram contas de email, orkut, facebook, um flickr para postar suas fotos e até um blog.

Elas estão concorrendo a um prêmio para auxiliar no desenvolvimento do projeto. Ajude você também fazendo parte dessa rede e dando ideias de como elas podem otimizar a divulgação de seus trabalhos.

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=98098830
http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=3220792931121456062

http://retece.wordpress.com/
twitter: twitter.com/retece
Facebook : Projeto Retece
Flickr: Retece

Veja vídeo do Campuseiro costurando: http://www.youtube.com/user/desconectadoscce#p/u/10/8waT5Kre5Nk

Veja o vídeo do Projeto: http://www.youtube.com/watch?v=U0-oAKtrkRE
+infos: http://www.campusparty.com.br/Home.html

 
 

Versatilidade é uma das ferramentas do design sustentável 19 janeiro, 2010

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 9:44 pm
Cachecol ou gravata?  A ideia bem original é da marca Pral e Brok. Em cores fechadas e discretas, estes acessórios são confeccionados especialmente para temperaturas frias.

Amarradas de forma displicente ao redor do pescoço, as peças podem compor looks femininos e masculinos.   Para adquirir a novidade, é preciso entrar em contato com a marca pelo e-mail contact@andtie.dk.

Fotos: Reprodução
Fonte: Usefashion

 
 

Inauguração do Espaço Moda do Futuro 15 janeiro, 2010

Arquivado em: Eventos, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 6:11 pm

 Clique na imagem para ver o convite em tamanho maior.

 
 

Ecotece na Época São Paulo 8 janeiro, 2010

Arquivado em: Institucional Ecotece, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 6:54 pm

A presidente do Instituto Ecotece, Ana Cândida Zanesco, foi selecionada pela Época SP - edição A Cara de São Paulo 2010 -  como uma das 25 pessoas que fazem um trabalho interessante na cidade.

Segue o link da página da revista: http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI112555-15368-4,00-A+CARA+DE+SAO+PAULO.html

Esse é o link da capa: http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI112555-15368-1,00-A+CARA+DE+SAO+PAULO.html

A revista também está nas bancas.

 
 

Sapatilhas solidárias 22 dezembro, 2009

Arquivado em: Marcas e produtos, Todos Arquivos — lia @ 5:22 pm

A Um por Um foi criada com uma missão única: Sempre que vender um par de calçados, outro par de calçados NOVOS é doado a uma criança carente no Brasil, um por um. A idéia surgiu da vontade de criar uma empresa que retornasse algo positivo para a sociedade, uma vez que todos que adquirissem seus produtos estariam, ao mesmo tempo, fazendo o bem. A escolha pela venda e doação de sapatos vem do simples fato de muitas crianças em nosso país ainda não terem o que calçar.

As sapatilhas Um por Um são uma reinvenção das antigas Alpargatas. Fabricadas em lona com diversas estampas, garantem um toque moderno e despojado sem abrir mão da qualidade de um solado de borracha e do conforto de uma palmilha de EVA.

A Um por Um iniciou suas atividades no fim de Julho de 2009 e já fez sua primeira doação na cidade de Batatais, interior paulista, calçando 46 crianças. O objetivo agora é calçar outras 200 crianças neste Natal.

Conheça mais sobre o movimento, torne-se um voluntário em: www.umporum.net
 
 

Sustentabilidade na Indústria Têxtil 15 dezembro, 2009

Arquivado em: Marcas e produtos, Todos Arquivos — lia @ 12:31 pm

A Vicunha Têxtil está entre as três empresas do setor têxtil e de confecção mas sustentáves do país, segundo a revista Imprensa.

Maior indústria têxtil da América Látina, investe em medidas socioambientais por meio da implementação de sistemas de produção com melhor aproveitamento e uso de recursos naturais. Exemplo disso é o tratamento de 70% da água utilizada em processos produtivos, o que garante o reaproveitamento de cerca de 50 milhões de litros de água por mês. A empresa também substitui a utilização de óleos e combustíveis por materiais orgânicos, como casca de castanha de caju e bagaço de cana-de-açúcar. Dessa forma, 1400 toneladas de gás carbônico deixam de ser lançadas na atmosfera todos os meses.

A empresa possui, há quase dez anos, as certificações ISO14001 em todas as suas unidades fabris de índigo e brim, que atestam o cumprimento dos mais rigorosos padrões de excelência ambiental ao mesmo tempo em que regulamentam o uso racional dos recursos naturais. Possui também o Selo Verde Oeko-Tex, concedido pela Associação Internacional Oeko-Tex, com sede na Suíça, que mostra que a fabricação de tecidos índigo e brim da Vicunha é feita sem o uso de produtos nocivos ao homem e ao meio ambiente.  A Vicunha tem ainda um programa de trinamento e conscientização ambiental que é aplicado a todos os seus colaboradores.
Fonte: O Confeccionista

+ infos: www.vicunha.com.br

 
 

Boutique Solidária

Arquivado em: Eventos, Institucional Ecotece — lia @ 9:35 am

 
 

Cangas brasileiras em PET conquistam Paris 10 dezembro, 2009

Arquivado em: Marcas e produtos, Todos Arquivos — lia @ 3:48 pm

A coleção Le Paréo Décorativ da Dona Fusion foi um sucesso no último salão Maison Objet, realizado no mês de setembro em Paris, cidade que abriga até o fim de dezembro a exposição “Vestir a Casa” com 15 estampas desta linha no Le Bon Marché, na Rive Gauche.

A Dona Fusion é uma parceria entre a associação Moda Fusion e a loja Dona Rosa e traz cangas de tecido de PET reciclado em 40 estampas diferentes assinadas por designers brasileiros e franceses. Elas são produzidas por presidiárias de São Paulo do programa Daspre, sob tutela da francesa Nadine Gonzalez, idealizadora da ONG franco-brasileira Moda Fusion.

É uma coleção responsável para vestir o corpo e a casa e com um viés eco-social. As cangas estarão à venda nas boutiques parisienses Merci, L’Eclaireur, Colette e Le Bon Marché com estampas exclusivas. Assim como em lojas de St Tropez e da Córsega. No Brasil será vendida a partir de janeiro. 
Fonte: Marie Claire - Estilo Ecochic

+ infos: www.donafusion.com.

 

 
 

Fios Reciclados 4 dezembro, 2009

Arquivado em: Marcas e produtos, Todos Arquivos — lia @ 2:42 pm

Em 1880 surgia em Santa Catarina a tecelagem de Bruno e Hermann Hering. A marca que leva o sobrenome deles e dispensa apresentações. A indústria da Hering engloba uma área de preservação ambiental e reflorestamento desde 1905 e trata a água antes de devolver aos rios desde os anos 70.

Convivendo há tanto tempo com as noções de responsabilidade social e ambiental, o pólo têxtil de Blumenau tem uma cultura de produção alinhada com a sustentabilidade. A Eurofios é um exemplo dessa herança cultural: a empresa não polui, recupera resíduos das grandes malharias e os transforma em fios sem utilizar água nem processos químicos. Tudo começa com a compra do material que iria pro lixo nas confecções. Ele é encaminhado pra famílias com dificuldade de locomoção pro trabalho, que fazem a separação dos retalhos por cor, e enviado de volta pra fábrica, onde começa o processo mecânico de produção da fibra e posterior retorção.

Na linha de produtos, o Fio Singelo é produzido a partir da reciclagem de retalhos de malha coletados na indústria têxtil. Nenhum tipo de corante ou produto químico é utilizado, pois o fio sai da máquina com as cores dos retalhos que lhe deram origem. O resultado são fios de alta qualidade e beleza para diversas aplicações. Eles se transformam em tecidos pras linhas Eco House e Eco Bag, de decoração e bolsas recicladas, respectivamente. Os rolos ainda servem para qualquer aplicação de tecelagem e de artesanato, sem deixar a desejar, como qualquer produto de fiação. A empresa também está trabalhando num jeans totalmente reciclado - que já existe no exterior.
Fonte: Lilian Pacce

+ infos: www.eurofios.com.br

 
 

Moda Reciclada por Geová Rodrigues 26 novembro, 2009

Arquivado em: Marcas e produtos, Todos Arquivos — lia @ 7:38 pm

Segundo o dicionário da língua portuguesa, a palavra Sustentável é um adjetivo referente aquilo que se pode sustentar. Mas para um mundo onde excessos e desequilíbrios são variáveis comuns, o termo ganha força e diferentes formas de ser expressado. Em meio a esta turbulenta realidade, o estilista Geová Rodrigues assume a sua interpretação do que é sustentabilidade e mostra como atribuiu à moda um importante conceito de responsabilidade, mesmo sem levantar a bandeira de estilista sustentável.

Trabalhando com tecidos reutilizados e muito estilo, Rodrigues confecciona verdadeiras esculturas de tecido, onde os reaproveitados ganham nova vida, e a moda, um grande aliado. Um dos novos ícones do movimento Descontruction Couture (onde a criação de roupas se dá por meio da desmontagem e remontagem de peças antigas), o brasileiro brinca com cores, contornos e já usou 10 tecidos diferentes em uma só criação; para ele, isto é ser original.

Se termina a linha branca, continuo com uma amarela

“Eu uso o que eu tenho”. Essa é a ideia de Geová ao elaborar suas criações exageradas nas cores e cortes, mas sem exageros de produção.

“A minha inspiração veio da vontade de fazer roupas e como na época não tinha dinheiro pra comprar os materiais, surgiu daí a ideia de reciclar. Fiz, agradou e agora sigo reciclando e lapidando este recurso a cada coleção”.

De maneira livre, o artista encontrou no lixo da 7ª Avenida em Manhattan (região dos Estados Unidos conhecida mundialmente por abrigar grandes marcas como Calvin Klein e Donna Karan) as primeiras sobras de tecidos para a criação de vestidos e blusas, e brinca: “Moda sustentável? Como o próprio nome diz, é vender pra se sustentar”.

Com os pés fincados igualmente na realidade e na abstração da pintura, o também artista plástico acredita que, apesar da espontaneidade da criação, a moda também precisa ser levada a sério, e critérios de consciência ambiental e social podem ser, além de importantes para o planeta, lucrativos.

Made in Brazil

Para o estilista, o segredo está em produzir roupas que encantem os consumidores e, em poucas palavras, mostrem como são exclusivas e originais - ainda que sejam resultantes de reutilização ou reciclagem.

“Moda, como tudo em nossas vidas, tem que ter responsabilidade, e a reciclagem é algo em que temos que acreditar, pois está sendo bem aceita [pelos consumidores]. As pessoas, quando gostam de uma peça, simplesmente pagam o preço, não importa se o tecido é italiano, novo, achado ou ganhado, o que importa é que estão levando uma criação com a qual se identificaram”, destacou Geová.

Com sua última coleção lançada em setembro, o artista que tem a sede do seu atelier na cidade de Nova York também pode ser encontrado na cidade de São Paulo e no Rio de Janeiro.

Fonte: EcoDesenvolvimento.org
+ infos: geova@geovafashion.com

 
 

Miss Ecologia 2009 (ou Miss Terra) é brasileira!

Arquivado em: Eventos, Todos Arquivos — Felipe @ 10:43 am

A brasileira Larissa Ramos foi coroada Miss Terra no concurso internacional de beleza realizado no dia 22 deste mês nas Filipinas, no qual disputavam mulheres de cerca de 80 países. Larissa tem 20 anos e nasceu em Manaus, e é a atual miss Amazonas. A brasileira receberá US$ 20 mil e se tornará porta-voz da Fundação Miss Terra e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

Romeo Ranoco/Reuters

Romeo Ranoco/Reuters

O segundo lugar e o título de Miss Ar foram para a filipina Sandra Seifert, enquanto a terceira colocação ficou para a representante da Venezuela, Jessica Barboza, de 22 anos e natural de Maracaibo, que recebeu o título de Miss Água. A espanhola Alejandra Echevarría obteve a quarta colocação e o título de Miss Fogo.

“A Amazônia é a maior floresta do mundo, os brasileiros estão aplicando a biotecnologia para evitar a extinção dos microorganismos por causa da poluição”, disse à Agência Efe Larissa, de 20 anos e nascida em Manaus.

“Apresentei-me a este concurso porque estudo biologia e, portanto, me interesso pelo fim ambiental do Miss Terra, assim como o mundo da beleza”, disse a Miss Amazonas, que começou a carreira de modelo há três anos.

A estudante herdou certos traços nativos de seus avôs maternos, originários da tribo Sateré-Maué, do Amazonas.

Esta tribo, cuja população é de cerca de 7 mil pessoas, mantém poucos contatos com o resto do país e é conhecida pelos ritos de iniciação à idade adulta das crianças, que têm que aguentar as mordidas de centenas de formigas.

A modelo também passou por uma peculiar prova: “fiquei uma semana na floresta cercada de animais selvagens, por isso aprendi a controlar o medo”.

Larissa dançou, durante sua estadia em Boracay, a dança típica da tribo de seus avôs diante das outras participantes e organizadores.

“Belezas por uma causa” é o lema deste concurso, realizado nas Filipinas desde 2001 com o objetivo de conscientizar sobre a poluição do meio ambiente e os efeitos da mudança climática.

Fonte: Reproduzido e adaptado do site BOL Notícias


 
 

Moda francesa estimula artesanato alagoano 20 novembro, 2009

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 6:11 pm
Renderias de Marechal Deodoro no ateliê usado para criar as peças do desfile

Renderias de Marechal Deodoro no ateliê usado para criar as peças do desfile

Ao reaproveitar pés de meia que perderam o par, um projeto social nascido na França dá uma nova perspectiva a rendeiras que vivem de uma técnica tradicional em Alagoas

Há mais de 100 anos, as mãos das renderias de Marechal Deodoro tecem as tradições da cidade, a 20 quilômetros de Maceió. A renda “filé”, introduzida pelos portugueses, ganhou as margens da Lagoa Manguaba e se tornou uma marca registrada do artesanato alagoano. Vestidos, blusas, xales e saídas de praia são algumas das peças de filé à venda nas feirinhas de artesanato da região. Passada de geração para geração, a técnica ainda garante o sustento de muitas famílias. Agora, a atividade pode ganhar um novo impulso.

Em outubro, um grupo de estudantes da escola francesa Esmod chegou à cidade para um intercâmbio. Durante 15 dias, eles trocaram experiências e técnicas de trabalho com as rendeiras da região. Na bagagem, trouxeram o projeto Meias Órfãs, criado pela estilista brasileira Márcia de Carvalho, que vive há 20 anos na França.

As artesãs de Marechal Deodoro, que só sabiam desenhar as roupas em linha reta, aprenderam com Márcia e os estudantes da Esmod a criar novas formas usando a técnica de modelagem, que acompanham os contornos da silhueta. Os estudantes de moda, por outro lado, puderam ver como se faz aquilo que nenhuma máquina de costura é capaz. “Eles viram como as rendeiras criam pontos novos e se admiraram com a velocidade com que elas fazem o filé”, diz Fátima Farias, presidente da Agência de Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável (Adelis) da República. O resultado desse intercâmbio foi apresentado pela primeira vez ao público na semana passada. Modelos profissionais e filhas de rendeiras, estreantes na passarela, desfilaram a coleção Filé das Alagoas na abertura do Maceió Fashion Design.

Fonte: Reproduzido e adaptado de Revista Época

20/11/2009 - 08:49 - ATUALIZADO EM 20/11/2009 - 09:15
ALINE MORAES

 
 

Corrente de filho para filho 16 novembro, 2009

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 7:32 am

(DANIELA NEVES - DANIELAN@GAZETADOPOVO.COM.BR - COLABOROU: ADRIANA CZELUSNIAK)

Pedro e João Pinho Penna com as roupas que receberam (no meio) e as que serão passadas para frente (nas caixas)

Pedro e João Pinho Penna com as roupas que receberam (no meio) e as que serão passadas para frente (nas caixas) - Marcelo Elias/ Gazeta do Povo

“Vê se não suja muito porque esse tênis eu quero depois.” A frase, dita em tom de brincadeira com o fundo de verdade por Ana Elisa Pinho, 37 anos, mãe dos gêmeos Pedro e João Pinho Penna, de seis meses, faz sentido por causa da corrente de repasse de roupas realizada entre ela, a prima e as amigas. A prima passa as roupas do filho José Guilherme, de 3 anos, para os gê meos idênticos, que já têm caixas de peças separadas para serem encaminhadas a outro bebê. O tênis paquerado, no caso, é do primo mais velho.

Dessa forma vieram, ou fo ram, roupas, brinquedos, sapatos, esterilizador de mamadeira e ou tras peças pouco utilizadas e em excelente estado. “Como te nho gêmeos, ganhei tudo em do bro. O armário dos dois está cheio e a cada semana eles perdem mudas de roupas. O legal dessa prática é que recebo roupas boas, novas, assim como as que estou repassando”, conta Ana Elisa.

Troca-troca

Alguns bons motivos para você passar pra frente roupas e objetos das crianças

- Abre espaço na cômoda e no armário.
- Se você pagou caro e seu filho não aproveitou, vai ter a compensação de que a roupa será bem usada.
- Vai ser mais fácil receber a mesma ajuda de outro amigo ou parente.
- Cria uma corrente e reforça os laços de amizade entre os pais.
- Reduz o consumo de produtos que acabariam indo para o lixo.
- E, obviamente, diminui os custos com o enxoval da criança.

Além de as crianças crescerem mais rápido do que os pais imaginam, muitas ganham coisas que sequer são usadas. Pedro e João, por exemplo, receberam de presente tip tops de verão para três meses, idade pela qual passaram durante o inverno. Mesmo que a peça caiba, em alguns casos são usadas duas, três vezes, e já ficam apertadas.

Fonte: Veja a matéria completa em Gazeta do Povo

 
 

Vitorinha! Aniversário de 1 ano da Pistache e Banana 13 novembro, 2009

Arquivado em: Todos Arquivos — Ecotecendo @ 2:20 pm
 
 

Evento une francesas e brasileiras 3 novembro, 2009

Arquivado em: Eventos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 1:28 pm

Dentro do calendário oficial do Ano da França no Brasil, a Casa das Rosas de São Paulo abriga, até 6 de dezembro, a exposição “Tecendo Histórias, Traçando Pontes”, composta por 40 bordados criados por mulheres que habitam regiões de periferias do Brasil e da França. A intenção do evento, segundo os organizadores, é promover um diálogo entre as bordadeiras, o público presente e as obras.

No projeto, três grupos de mulheres de comunidades diferentes (zonas norte e sul de São Paulo e Aubervilliers, zona metropolitana de Paris) ficaram em suas respectivas regiões durante sete semanas elaborando seus bordados, em sua maior parte sobre recordações e histórias de vida. Depois, os três grupos se uniram por uma semana na capital paulista e trocaram experiências e impressões.

Serviço:
Exposição “Tecendo Histórias, Traçando Pontes”
Local: Espaço Haroldo de Campos na Biblioteca Casa das Rosas
End. Avenida Paulista, 37 – São Paulo/SP
Datas: de 24/10 a 06/12
Horários: de terça a sexta – das 10h às 21h, nos fins de semana, das 10h às 18h
Entrada: livre

Fonte: O Confeccionista - A revista da confecção

 
 

Para onde vão as meias sem par? 19 outubro, 2009

Arquivado em: Marcas e produtos, Todos Arquivos — lia @ 10:31 am

Amontoadas na gaveta ou soltas no lixo, as meias órfãs ganharam um abrigo no trabalho da designer franco-brasileira Márcia de Carvalho, que orienta uma produção de peças de vestuário com rendeiras de baixa renda e estudantes, reutilizando os tecidos das meias.

Com a intenção de reutilizar essas meias e atribuir responsabilidade social à sua marca, Márcia iniciou o projeto Meias Órfãs, Chaussettes Orphelines em francês, que reconstrói os tecidos e os transforma em uma espécie de renda utilizada em mantas, chapéus e acessórios para uma coleção de roupas.

A ideia surgiu arrumando a gaveta dos meus filhos. Eu queria aproveitar aquele material”, afirma a brasileira que coordena uma loja da sua marca em Paris, na França, e já lançou mais de 20 coleções.

O projeto integra o calendário oficial do Ano da França no Brasil, e tem como principais parceiros na França a Escola de Moda ESMOD e a Prefeitura de Paris. Meias Órfãs é um projeto que prevê continuidade, e deverá ocorrer anualmente, sendo realizado a cada ano em uma região brasileira. Sua primeira edição, no âmbito do evento Ano da França no Brasil, ocorre no Estado de Alagoas. A partir de workshops coordenados pela designer franco-brasileira Márcia de Carvalho, estudantes franceses terão a oportunidade de residência em comunidades produtoras de artesanato têxtil em Alagoas, com vistas ao desenvolvimento de produtos que utilizem técnicas tradicionais, aliados às tendências do design de moda contemporâneo.“Meias Orfãs” pretende disseminar conceitos como inserção, recuperação, reutilização, transformação e novos usos para objetos que perderam sua função original. Ele fala também de otimismo e de bom humor.

Divulgando o conceito de reaproveitamento e atribuindo uma nova função para o uso, antes indefinido, destas meias, o projeto agrega as técnicas tradicionais tendências do design de moda atual como forma de preservação e adaptação da cultura artesanal ao mercado fashion mundial, atribuindo valor social e ambiental.

 + infos: http://meiasorfasbrasil.blogspot.com/ 

 

 
 

A era da estupidez

Arquivado em: Notícias, Todos Arquivos — lia @ 10:12 am

Sustentabilidade e cinema caminham juntos!
A frase pode soar estranha, mas o filme “A Era da Estupidez” chega afirmando a preocupação ambiental do século e anuncia, sem pretensões, uma nova era na produção e divulgação da sétima arte. O longa de Franny Armstrong conta a história de um homem que vive sozinho em 2055, na Terra devastada por catástrofes ambientais. O personagem encontra registros de 2008 e se pergunta por que não salvamos o planeta enquanto ainda havia tempo. Ao longo da narrativa, vão surgindo relatos reais de vítimas de tragédias causadas pelas mudanças climáticas decorrentes do aquecimento global, como o tsunami no oceano Índico e o furacão Katrina.

“A Era da Estupidez” serve pra despertar reflexão enquanto ainda há tempo: o que podemos fazer pra que isso não aconteça? No site do filme existem várias respostas e uma delas é o 10:10, projeto pra diminuição de emissão de carbono na atmosfera.

A produção independente tem chamado atenção por onde passa e teve estréia mundial no dia 22/09 - não por acaso o Dia Mundial Sem Carro, com exibição única. Além da pegada ambiental, o que atrai atenções é a nova forma de encarar o cinema. Com verba proveniente de doações, os produtores incentivam o próprio público a divulgar o filme em suas áreas de influência. Qualquer um pode comprar a licença pra exibição, desde multinacionais até escolas de bairro. No Brasil a Osklen saiu na frente e já promoveu uma cabine. O DVD já está em pré-venda na internet, legendado em 31 línguas e cheio de dicas bacanas pra começar a mudar o seu dia-a-dia. Estupidez é não se informar!

Fonte: Blog Lilian Pacce

Saiba + : trailler http://www.youtube.com/watch?v=wAIXDrvs5YI
http://www.ageofstupid.net/