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Curso Princípios do Vestir Consciente 3 fevereiro, 2010

Arquivado em: Cursos, Institucional Ecotece, Todos Arquivos — lia @ 5:33 pm

Nova Turma em São Paulo - 29 a 31 de Março e 01 de Abril de 2010
 
O curso mostra como é possível construir o belo essencial à moda, considerando a sustentabilidade, essencial à manutenção da vida, a partir de uma visão sistêmica da cadeia produtiva do vestuário, dos princípios de avaliação do ciclo de vida do produto e das reflexões sobre as conexões entre a moda, o vestir e a consciência.

Clique aqui e veja o vídeo do curso 
Clique aqui e veja matéria na Globo News falando do curso 
Clique aqui e veja depoimentos de quem já fez o curso

Objetivo:

Capacitar o participante com os conceitos do Vestir Consciente para que possa atuar no mercado da moda e do vestuário tendo em vista as possibilidades de ação com base no desenvolvimento sustentável e no despertar da consciência.

Público-alvo:
Profissionais e estudantes de moda e da cadeia do vestuário, pesquisa e inovação, design, empresários e demais interessados no tema.

Vagas limitadas!!
 
+ informações acesse: http://www.ecotece.org.br/conteudo.php?p=111&i=76

 
 

Guarda-chuva quebrado vira saia em moda sustentável

Arquivado em: Marcas e produtos, Todos Arquivos — lia @ 5:10 pm

Que tal transformar o guarda-chuva e o guarda-sol velhos numa saia? Foi o que fez a designer italiana Cecilia Felli. O resultado da iniciativa é bem divertido.

A ideia é mais do que sustentável, pois reutiliza o tecido - que costuma ser muito resistente, mas frequentemente é jogado no lixo comum quando a armação do guarda-chuva se quebra.

Para que outras pessoas possam fazer o mesmo, a estilista explica a criação da obra: primeiro é retirada a armação do guarda-chuva, depois é feito um corte bem no meio (na parte de cima do guarda-chuva). Em seguida, uma fita é alinhavada nesta parte do centro, dando o acabamento e possibilitando o ajuste na cintura.

Fonte: Época NEGÓCIOS Online

 
 

Resultado da participação do projeto Retece na Campus Party 2 fevereiro, 2010

Arquivado em: Todos Arquivos — Ecotecendo @ 8:57 pm

As retecelãs do projeto Retece do Jardim Santo André participaram de uma ação de inclusão digital promovida pela CCE dentro da Campus Party, maior evento anual mundial de tecnologia que aconteceu na semana passada em São Paulo. Vejam o que elas produziram de conteúdo digital e o que saiu na mídia: 
 
Retecelã Silvânia oferece serviços Retece para empresas: http://www.youtube.com/watch?v=c1I_6uysWTU&feature=related

Retecelã Flávia apresenta serviços Retece: http://www.youtube.com/watch?v=2ZU5veaYapg&feature=related

Retecelã Alice é entrevistada em matéria do Jornal Nacional: http://www.youtube.com/watch?v=yJ68ezXZLR8&feature=related

Retecelã Flávia é entrevistada pelo programa Olhar Digital da Rede TV: http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=10523&tipo_video=normal 
 
Retecelã Flávia é entrevistada pela TV Cultura: http://www.youtube.com/watch?v=H5r4z3eCgLo

Retecelãs ensinam campuseiro a fazer capa de notebook: http://www.youtube.com/watch?v=8waT5Kre5Nk&feature=related

Retecelã Flávia apresenta Equipe Retece - Santo André: http://www.youtube.com/watch?v=dggJqYnyzAA&feature=related

Entrevista com Equipe Retece: http://www.youtube.com/watch?v=XmKFpu69Dao&feature=related

Retecelã Alice apresenta projeto: http://www.youtube.com/watch?v=B7u8xmHhHrU&feature=related

Apresentação Projeto Retece - no Jd Santo André: http://www.youtube.com/watch?v=U0-oAKtrkRE&feature=related

 
 

Projeto Retece Conectando-se 27 janeiro, 2010

Arquivado em: Eventos, Institucional Ecotece, Notícias, Todos Arquivos — lia @ 8:18 pm

Essa semana o Projeto Retece está participando da Campus Party, maior evento de inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do mundo.

Em uma ação promovida pela CCE denominada Desconectados Conectados CCE, as meninas do Projeto Retece estão tendo a oportunidade de aprender junto aos 6000 “campuseiros” presentes no evento, como a internet pode ser eficiente para a vida e o trabalho delas.

Nesses primeiros dias de evento, elas interagiram com o público presente convidando os campuseiros para confeccionarem suas próprias capas de notebook ou seu colar de retalhos. Hoje foi o dia reservado para iniciar a vida online: com o auxílio dos participantes da feira, elas abriram contas de email, orkut, facebook, um flickr para postar suas fotos e até um blog.

Elas estão concorrendo a um prêmio para auxiliar no desenvolvimento do projeto. Ajude você também fazendo parte dessa rede e dando ideias de como elas podem otimizar a divulgação de seus trabalhos.

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=98098830
http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=3220792931121456062

http://retece.wordpress.com/
twitter: twitter.com/retece
Facebook : Projeto Retece
Flickr: Retece

Veja vídeo do Campuseiro costurando: http://www.youtube.com/user/desconectadoscce#p/u/10/8waT5Kre5Nk

Veja o vídeo do Projeto: http://www.youtube.com/watch?v=U0-oAKtrkRE
+infos: http://www.campusparty.com.br/Home.html

 
 

Versatilidade é uma das ferramentas do design sustentável 19 janeiro, 2010

Arquivado em: Todos Arquivos — Ecotecendo @ 9:44 pm
Cachecol ou gravata?  A ideia bem original é da marca Pral e Brok. Em cores fechadas e discretas, estes acessórios são confeccionados especialmente para temperaturas frias.

Amarradas de forma displicente ao redor do pescoço, as peças podem compor looks femininos e masculinos.   Para adquirir a novidade, é preciso entrar em contato com a marca pelo e-mail contact@andtie.dk.

Fotos: Reprodução
Fonte: Usefashion

 
 

Inauguração do Espaço Moda do Futuro 15 janeiro, 2010

Arquivado em: Todos Arquivos — Ecotecendo @ 6:11 pm

 Clique na imagem para ver o convite em tamanho maior.

 
 

Ecotece na Época São Paulo 8 janeiro, 2010

Arquivado em: Todos Arquivos — Ecotecendo @ 6:54 pm

A presidente do Instituto Ecotece, Ana Cândida Zanesco, foi selecionada pela Época SP - edição A Cara de São Paulo 2010 -  como uma das 25 pessoas que fazem um trabalho interessante na cidade.

Segue o link da página da revista: http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI112555-15368-4,00-A+CARA+DE+SAO+PAULO.html

Esse é o link da capa: http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI112555-15368-1,00-A+CARA+DE+SAO+PAULO.html

A revista também está nas bancas.

 
 

Sapatilhas solidárias 22 dezembro, 2009

Arquivado em: Marcas e produtos, Todos Arquivos — lia @ 5:22 pm

A Um por Um foi criada com uma missão única: Sempre que vender um par de calçados, outro par de calçados NOVOS é doado a uma criança carente no Brasil, um por um. A idéia surgiu da vontade de criar uma empresa que retornasse algo positivo para a sociedade, uma vez que todos que adquirissem seus produtos estariam, ao mesmo tempo, fazendo o bem. A escolha pela venda e doação de sapatos vem do simples fato de muitas crianças em nosso país ainda não terem o que calçar.

As sapatilhas Um por Um são uma reinvenção das antigas Alpargatas. Fabricadas em lona com diversas estampas, garantem um toque moderno e despojado sem abrir mão da qualidade de um solado de borracha e do conforto de uma palmilha de EVA.

A Um por Um iniciou suas atividades no fim de Julho de 2009 e já fez sua primeira doação na cidade de Batatais, interior paulista, calçando 46 crianças. O objetivo agora é calçar outras 200 crianças neste Natal.

Conheça mais sobre o movimento, torne-se um voluntário em: www.umporum.net
 
 

Sustentabilidade na Indústria Têxtil 15 dezembro, 2009

Arquivado em: Marcas e produtos, Todos Arquivos — lia @ 12:31 pm

A Vicunha Têxtil está entre as três empresas do setor têxtil e de confecção mas sustentáves do país, segundo a revista Imprensa.

Maior indústria têxtil da América Látina, investe em medidas socioambientais por meio da implementação de sistemas de produção com melhor aproveitamento e uso de recursos naturais. Exemplo disso é o tratamento de 70% da água utilizada em processos produtivos, o que garante o reaproveitamento de cerca de 50 milhões de litros de água por mês. A empresa também substitui a utilização de óleos e combustíveis por materiais orgânicos, como casca de castanha de caju e bagaço de cana-de-açúcar. Dessa forma, 1400 toneladas de gás carbônico deixam de ser lançadas na atmosfera todos os meses.

A empresa possui, há quase dez anos, as certificações ISO14001 em todas as suas unidades fabris de índigo e brim, que atestam o cumprimento dos mais rigorosos padrões de excelência ambiental ao mesmo tempo em que regulamentam o uso racional dos recursos naturais. Possui também o Selo Verde Oeko-Tex, concedido pela Associação Internacional Oeko-Tex, com sede na Suíça, que mostra que a fabricação de tecidos índigo e brim da Vicunha é feita sem o uso de produtos nocivos ao homem e ao meio ambiente.  A Vicunha tem ainda um programa de trinamento e conscientização ambiental que é aplicado a todos os seus colaboradores.
Fonte: O Confeccionista

+ infos: www.vicunha.com.br

 
 

Boutique Solidária

Arquivado em: Eventos, Institucional Ecotece — lia @ 9:35 am

 
 

Cangas brasileiras em PET conquistam Paris 10 dezembro, 2009

Arquivado em: Marcas e produtos, Todos Arquivos — lia @ 3:48 pm

A coleção Le Paréo Décorativ da Dona Fusion foi um sucesso no último salão Maison Objet, realizado no mês de setembro em Paris, cidade que abriga até o fim de dezembro a exposição “Vestir a Casa” com 15 estampas desta linha no Le Bon Marché, na Rive Gauche.

A Dona Fusion é uma parceria entre a associação Moda Fusion e a loja Dona Rosa e traz cangas de tecido de PET reciclado em 40 estampas diferentes assinadas por designers brasileiros e franceses. Elas são produzidas por presidiárias de São Paulo do programa Daspre, sob tutela da francesa Nadine Gonzalez, idealizadora da ONG franco-brasileira Moda Fusion.

É uma coleção responsável para vestir o corpo e a casa e com um viés eco-social. As cangas estarão à venda nas boutiques parisienses Merci, L’Eclaireur, Colette e Le Bon Marché com estampas exclusivas. Assim como em lojas de St Tropez e da Córsega. No Brasil será vendida a partir de janeiro. 
Fonte: Marie Claire - Estilo Ecochic

+ infos: www.donafusion.com.

 

 
 

Fios Reciclados 4 dezembro, 2009

Arquivado em: Marcas e produtos, Todos Arquivos — lia @ 2:42 pm

Em 1880 surgia em Santa Catarina a tecelagem de Bruno e Hermann Hering. A marca que leva o sobrenome deles e dispensa apresentações. A indústria da Hering engloba uma área de preservação ambiental e reflorestamento desde 1905 e trata a água antes de devolver aos rios desde os anos 70.

Convivendo há tanto tempo com as noções de responsabilidade social e ambiental, o pólo têxtil de Blumenau tem uma cultura de produção alinhada com a sustentabilidade. A Eurofios é um exemplo dessa herança cultural: a empresa não polui, recupera resíduos das grandes malharias e os transforma em fios sem utilizar água nem processos químicos. Tudo começa com a compra do material que iria pro lixo nas confecções. Ele é encaminhado pra famílias com dificuldade de locomoção pro trabalho, que fazem a separação dos retalhos por cor, e enviado de volta pra fábrica, onde começa o processo mecânico de produção da fibra e posterior retorção.

Na linha de produtos, o Fio Singelo é produzido a partir da reciclagem de retalhos de malha coletados na indústria têxtil. Nenhum tipo de corante ou produto químico é utilizado, pois o fio sai da máquina com as cores dos retalhos que lhe deram origem. O resultado são fios de alta qualidade e beleza para diversas aplicações. Eles se transformam em tecidos pras linhas Eco House e Eco Bag, de decoração e bolsas recicladas, respectivamente. Os rolos ainda servem para qualquer aplicação de tecelagem e de artesanato, sem deixar a desejar, como qualquer produto de fiação. A empresa também está trabalhando num jeans totalmente reciclado - que já existe no exterior.
Fonte: Lilian Pacce

+ infos: www.eurofios.com.br

 
 

Moda Reciclada por Geová Rodrigues 26 novembro, 2009

Arquivado em: Marcas e produtos, Todos Arquivos — lia @ 7:38 pm

Segundo o dicionário da língua portuguesa, a palavra Sustentável é um adjetivo referente aquilo que se pode sustentar. Mas para um mundo onde excessos e desequilíbrios são variáveis comuns, o termo ganha força e diferentes formas de ser expressado. Em meio a esta turbulenta realidade, o estilista Geová Rodrigues assume a sua interpretação do que é sustentabilidade e mostra como atribuiu à moda um importante conceito de responsabilidade, mesmo sem levantar a bandeira de estilista sustentável.

Trabalhando com tecidos reutilizados e muito estilo, Rodrigues confecciona verdadeiras esculturas de tecido, onde os reaproveitados ganham nova vida, e a moda, um grande aliado. Um dos novos ícones do movimento Descontruction Couture (onde a criação de roupas se dá por meio da desmontagem e remontagem de peças antigas), o brasileiro brinca com cores, contornos e já usou 10 tecidos diferentes em uma só criação; para ele, isto é ser original.

Se termina a linha branca, continuo com uma amarela

“Eu uso o que eu tenho”. Essa é a ideia de Geová ao elaborar suas criações exageradas nas cores e cortes, mas sem exageros de produção.

“A minha inspiração veio da vontade de fazer roupas e como na época não tinha dinheiro pra comprar os materiais, surgiu daí a ideia de reciclar. Fiz, agradou e agora sigo reciclando e lapidando este recurso a cada coleção”.

De maneira livre, o artista encontrou no lixo da 7ª Avenida em Manhattan (região dos Estados Unidos conhecida mundialmente por abrigar grandes marcas como Calvin Klein e Donna Karan) as primeiras sobras de tecidos para a criação de vestidos e blusas, e brinca: “Moda sustentável? Como o próprio nome diz, é vender pra se sustentar”.

Com os pés fincados igualmente na realidade e na abstração da pintura, o também artista plástico acredita que, apesar da espontaneidade da criação, a moda também precisa ser levada a sério, e critérios de consciência ambiental e social podem ser, além de importantes para o planeta, lucrativos.

Made in Brazil

Para o estilista, o segredo está em produzir roupas que encantem os consumidores e, em poucas palavras, mostrem como são exclusivas e originais - ainda que sejam resultantes de reutilização ou reciclagem.

“Moda, como tudo em nossas vidas, tem que ter responsabilidade, e a reciclagem é algo em que temos que acreditar, pois está sendo bem aceita [pelos consumidores]. As pessoas, quando gostam de uma peça, simplesmente pagam o preço, não importa se o tecido é italiano, novo, achado ou ganhado, o que importa é que estão levando uma criação com a qual se identificaram”, destacou Geová.

Com sua última coleção lançada em setembro, o artista que tem a sede do seu atelier na cidade de Nova York também pode ser encontrado na cidade de São Paulo e no Rio de Janeiro.

Fonte: EcoDesenvolvimento.org
+ infos: geova@geovafashion.com

 
 

Miss Ecologia 2009 (ou Miss Terra) é brasileira!

Arquivado em: Eventos — Felipe @ 10:43 am

A brasileira Larissa Ramos foi coroada Miss Terra no concurso internacional de beleza realizado no dia 22 deste mês nas Filipinas, no qual disputavam mulheres de cerca de 80 países. Larissa tem 20 anos e nasceu em Manaus, e é a atual miss Amazonas. A brasileira receberá US$ 20 mil e se tornará porta-voz da Fundação Miss Terra e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

Romeo Ranoco/Reuters

Romeo Ranoco/Reuters

O segundo lugar e o título de Miss Ar foram para a filipina Sandra Seifert, enquanto a terceira colocação ficou para a representante da Venezuela, Jessica Barboza, de 22 anos e natural de Maracaibo, que recebeu o título de Miss Água. A espanhola Alejandra Echevarría obteve a quarta colocação e o título de Miss Fogo.

“A Amazônia é a maior floresta do mundo, os brasileiros estão aplicando a biotecnologia para evitar a extinção dos microorganismos por causa da poluição”, disse à Agência Efe Larissa, de 20 anos e nascida em Manaus.

“Apresentei-me a este concurso porque estudo biologia e, portanto, me interesso pelo fim ambiental do Miss Terra, assim como o mundo da beleza”, disse a Miss Amazonas, que começou a carreira de modelo há três anos.

A estudante herdou certos traços nativos de seus avôs maternos, originários da tribo Sateré-Maué, do Amazonas.

Esta tribo, cuja população é de cerca de 7 mil pessoas, mantém poucos contatos com o resto do país e é conhecida pelos ritos de iniciação à idade adulta das crianças, que têm que aguentar as mordidas de centenas de formigas.

A modelo também passou por uma peculiar prova: “fiquei uma semana na floresta cercada de animais selvagens, por isso aprendi a controlar o medo”.

Larissa dançou, durante sua estadia em Boracay, a dança típica da tribo de seus avôs diante das outras participantes e organizadores.

“Belezas por uma causa” é o lema deste concurso, realizado nas Filipinas desde 2001 com o objetivo de conscientizar sobre a poluição do meio ambiente e os efeitos da mudança climática.

Fonte: Reproduzido e adaptado do site BOL Notícias


 
 

Moda francesa estimula artesanato alagoano 20 novembro, 2009

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 6:11 pm
Renderias de Marechal Deodoro no ateliê usado para criar as peças do desfile

Renderias de Marechal Deodoro no ateliê usado para criar as peças do desfile

Ao reaproveitar pés de meia que perderam o par, um projeto social nascido na França dá uma nova perspectiva a rendeiras que vivem de uma técnica tradicional em Alagoas

Há mais de 100 anos, as mãos das renderias de Marechal Deodoro tecem as tradições da cidade, a 20 quilômetros de Maceió. A renda “filé”, introduzida pelos portugueses, ganhou as margens da Lagoa Manguaba e se tornou uma marca registrada do artesanato alagoano. Vestidos, blusas, xales e saídas de praia são algumas das peças de filé à venda nas feirinhas de artesanato da região. Passada de geração para geração, a técnica ainda garante o sustento de muitas famílias. Agora, a atividade pode ganhar um novo impulso.

Em outubro, um grupo de estudantes da escola francesa Esmod chegou à cidade para um intercâmbio. Durante 15 dias, eles trocaram experiências e técnicas de trabalho com as rendeiras da região. Na bagagem, trouxeram o projeto Meias Órfãs, criado pela estilista brasileira Márcia de Carvalho, que vive há 20 anos na França.

As artesãs de Marechal Deodoro, que só sabiam desenhar as roupas em linha reta, aprenderam com Márcia e os estudantes da Esmod a criar novas formas usando a técnica de modelagem, que acompanham os contornos da silhueta. Os estudantes de moda, por outro lado, puderam ver como se faz aquilo que nenhuma máquina de costura é capaz. “Eles viram como as rendeiras criam pontos novos e se admiraram com a velocidade com que elas fazem o filé”, diz Fátima Farias, presidente da Agência de Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável (Adelis) da República. O resultado desse intercâmbio foi apresentado pela primeira vez ao público na semana passada. Modelos profissionais e filhas de rendeiras, estreantes na passarela, desfilaram a coleção Filé das Alagoas na abertura do Maceió Fashion Design.

Fonte: Reproduzido e adaptado de Revista Época

20/11/2009 - 08:49 - ATUALIZADO EM 20/11/2009 - 09:15
ALINE MORAES

 
 

Corrente de filho para filho 16 novembro, 2009

Arquivado em: Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 7:32 am

(DANIELA NEVES - DANIELAN@GAZETADOPOVO.COM.BR - COLABOROU: ADRIANA CZELUSNIAK)

Pedro e João Pinho Penna com as roupas que receberam (no meio) e as que serão passadas para frente (nas caixas)

Pedro e João Pinho Penna com as roupas que receberam (no meio) e as que serão passadas para frente (nas caixas) - Marcelo Elias/ Gazeta do Povo

“Vê se não suja muito porque esse tênis eu quero depois.” A frase, dita em tom de brincadeira com o fundo de verdade por Ana Elisa Pinho, 37 anos, mãe dos gêmeos Pedro e João Pinho Penna, de seis meses, faz sentido por causa da corrente de repasse de roupas realizada entre ela, a prima e as amigas. A prima passa as roupas do filho José Guilherme, de 3 anos, para os gê meos idênticos, que já têm caixas de peças separadas para serem encaminhadas a outro bebê. O tênis paquerado, no caso, é do primo mais velho.

Dessa forma vieram, ou fo ram, roupas, brinquedos, sapatos, esterilizador de mamadeira e ou tras peças pouco utilizadas e em excelente estado. “Como te nho gêmeos, ganhei tudo em do bro. O armário dos dois está cheio e a cada semana eles perdem mudas de roupas. O legal dessa prática é que recebo roupas boas, novas, assim como as que estou repassando”, conta Ana Elisa.

Troca-troca

Alguns bons motivos para você passar pra frente roupas e objetos das crianças

- Abre espaço na cômoda e no armário.
- Se você pagou caro e seu filho não aproveitou, vai ter a compensação de que a roupa será bem usada.
- Vai ser mais fácil receber a mesma ajuda de outro amigo ou parente.
- Cria uma corrente e reforça os laços de amizade entre os pais.
- Reduz o consumo de produtos que acabariam indo para o lixo.
- E, obviamente, diminui os custos com o enxoval da criança.

Além de as crianças crescerem mais rápido do que os pais imaginam, muitas ganham coisas que sequer são usadas. Pedro e João, por exemplo, receberam de presente tip tops de verão para três meses, idade pela qual passaram durante o inverno. Mesmo que a peça caiba, em alguns casos são usadas duas, três vezes, e já ficam apertadas.

Fonte: Veja a matéria completa em Gazeta do Povo

 
 

Vitorinha! Aniversário de 1 ano da Pistache e Banana 13 novembro, 2009

Arquivado em: Todos Arquivos — Ecotecendo @ 2:20 pm
 
 

Evento une francesas e brasileiras 3 novembro, 2009

Arquivado em: Eventos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 1:28 pm

Dentro do calendário oficial do Ano da França no Brasil, a Casa das Rosas de São Paulo abriga, até 6 de dezembro, a exposição “Tecendo Histórias, Traçando Pontes”, composta por 40 bordados criados por mulheres que habitam regiões de periferias do Brasil e da França. A intenção do evento, segundo os organizadores, é promover um diálogo entre as bordadeiras, o público presente e as obras.

No projeto, três grupos de mulheres de comunidades diferentes (zonas norte e sul de São Paulo e Aubervilliers, zona metropolitana de Paris) ficaram em suas respectivas regiões durante sete semanas elaborando seus bordados, em sua maior parte sobre recordações e histórias de vida. Depois, os três grupos se uniram por uma semana na capital paulista e trocaram experiências e impressões.

Serviço:
Exposição “Tecendo Histórias, Traçando Pontes”
Local: Espaço Haroldo de Campos na Biblioteca Casa das Rosas
End. Avenida Paulista, 37 – São Paulo/SP
Datas: de 24/10 a 06/12
Horários: de terça a sexta – das 10h às 21h, nos fins de semana, das 10h às 18h
Entrada: livre

Fonte: O Confeccionista - A revista da confecção

 
 

Para onde vão as meias sem par? 19 outubro, 2009

Arquivado em: Marcas e produtos, Todos Arquivos — lia @ 10:31 am

Amontoadas na gaveta ou soltas no lixo, as meias órfãs ganharam um abrigo no trabalho da designer franco-brasileira Márcia de Carvalho, que orienta uma produção de peças de vestuário com rendeiras de baixa renda e estudantes, reutilizando os tecidos das meias.

Com a intenção de reutilizar essas meias e atribuir responsabilidade social à sua marca, Márcia iniciou o projeto Meias Órfãs, Chaussettes Orphelines em francês, que reconstrói os tecidos e os transforma em uma espécie de renda utilizada em mantas, chapéus e acessórios para uma coleção de roupas.

A ideia surgiu arrumando a gaveta dos meus filhos. Eu queria aproveitar aquele material”, afirma a brasileira que coordena uma loja da sua marca em Paris, na França, e já lançou mais de 20 coleções.

O projeto integra o calendário oficial do Ano da França no Brasil, e tem como principais parceiros na França a Escola de Moda ESMOD e a Prefeitura de Paris. Meias Órfãs é um projeto que prevê continuidade, e deverá ocorrer anualmente, sendo realizado a cada ano em uma região brasileira. Sua primeira edição, no âmbito do evento Ano da França no Brasil, ocorre no Estado de Alagoas. A partir de workshops coordenados pela designer franco-brasileira Márcia de Carvalho, estudantes franceses terão a oportunidade de residência em comunidades produtoras de artesanato têxtil em Alagoas, com vistas ao desenvolvimento de produtos que utilizem técnicas tradicionais, aliados às tendências do design de moda contemporâneo.“Meias Orfãs” pretende disseminar conceitos como inserção, recuperação, reutilização, transformação e novos usos para objetos que perderam sua função original. Ele fala também de otimismo e de bom humor.

Divulgando o conceito de reaproveitamento e atribuindo uma nova função para o uso, antes indefinido, destas meias, o projeto agrega as técnicas tradicionais tendências do design de moda atual como forma de preservação e adaptação da cultura artesanal ao mercado fashion mundial, atribuindo valor social e ambiental.

 + infos: http://meiasorfasbrasil.blogspot.com/ 

 

 
 

A era da estupidez

Arquivado em: Notícias, Todos Arquivos — lia @ 10:12 am

Sustentabilidade e cinema caminham juntos!
A frase pode soar estranha, mas o filme “A Era da Estupidez” chega afirmando a preocupação ambiental do século e anuncia, sem pretensões, uma nova era na produção e divulgação da sétima arte. O longa de Franny Armstrong conta a história de um homem que vive sozinho em 2055, na Terra devastada por catástrofes ambientais. O personagem encontra registros de 2008 e se pergunta por que não salvamos o planeta enquanto ainda havia tempo. Ao longo da narrativa, vão surgindo relatos reais de vítimas de tragédias causadas pelas mudanças climáticas decorrentes do aquecimento global, como o tsunami no oceano Índico e o furacão Katrina.

“A Era da Estupidez” serve pra despertar reflexão enquanto ainda há tempo: o que podemos fazer pra que isso não aconteça? No site do filme existem várias respostas e uma delas é o 10:10, projeto pra diminuição de emissão de carbono na atmosfera.

A produção independente tem chamado atenção por onde passa e teve estréia mundial no dia 22/09 - não por acaso o Dia Mundial Sem Carro, com exibição única. Além da pegada ambiental, o que atrai atenções é a nova forma de encarar o cinema. Com verba proveniente de doações, os produtores incentivam o próprio público a divulgar o filme em suas áreas de influência. Qualquer um pode comprar a licença pra exibição, desde multinacionais até escolas de bairro. No Brasil a Osklen saiu na frente e já promoveu uma cabine. O DVD já está em pré-venda na internet, legendado em 31 línguas e cheio de dicas bacanas pra começar a mudar o seu dia-a-dia. Estupidez é não se informar!

Fonte: Blog Lilian Pacce

Saiba + : trailler http://www.youtube.com/watch?v=wAIXDrvs5YI
http://www.ageofstupid.net/

 

 

 

 

 
 

Sistema eletroquímico remove contaminantes de curtumes 5 outubro, 2009

Arquivado em: Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 8:02 am

O uso de processos eletroquímicos e fotoeletroquímicos é uma alternativa para remover contaminantes orgânicos dos efluentes das indústrias de couro, testada em pesquisa da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP. As experiências realizadas pela química Carla Regina Costa conseguiram a remoção de compostos orgânicos próxima a 100% com esses processos, reduzindo os riscos de contaminação do meio ambiente.

Os curtumes utilizam uma grande variedade de substâncias orgânicas, como corantes, microbiocidas, taninos (compostos polifenólicos), tensoativos, óleos sulfonados, ácidos orgânicos e resinas acrílicas, entre outras. “Os efluentes possuem alta carga orgânica, atestada pela elevada demanda química de oxigênio e os altos teores de carbono orgânico total, devendo ser tratados antes de serem lançados na natureza”, diz Carla. “Devido ao uso de cloreto de sódio nas indústrias de couro, os efluentes têm em geral elevada salinidade e alta condutividade, ideal para o processo eletroquímico”.

Remoção

Com o processo eletroquímico, foi possível atingir remoções de DQO superiores a 60% e remoções de COT ao redor de 40%. “O grande problema do tratamento eletroquímico na presença de cloreto é a formação de compostos organoclorados, os quais são potencialmente tóxicos”, alerta a química. “Com o processo fotoeletroquímico, em que o ânodo é submetido à incidência de luz, os organoclorados formados são degradados e a remoção de carbono orgânico atinge valores próximos a 100%”.

Mais informações: (16) 3602-3784

Leia a matéria completa em: Agência USP de Notícias (Por Júlio Bernardes - jubern@usp.br)

 
 

Oficina de bordados no projeto Retece 29 setembro, 2009

Arquivado em: Institucional Ecotece, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 7:53 pm

Ontem, 28 de Setembro, as mulheres do projeto Retece tiveram a oportunidade de receber os encantos da artista Maria Laura ensinando a bordar e compor cores. Pontos haste, folha, correntinha, rococó, retalhos, alegria, disposição, beleza, integração, muita vontade de aprender e uma frase da Maria Laura: “Eu vim aqui ensinar e aprender e aprendi muito mais do que ensinei”.  O Instituto Ecotece agradece a contribuição da artista ao projeto Retece. Que venham as belas produções e encomendas.

 
 

26 de Setembro - Aniversário do Ecotece 28 setembro, 2009

Arquivado em: Institucional Ecotece, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 11:18 pm

Já são 4 anos de existência do Ecotece - Instituto do Vestir Consciente! Uma jornada ainda pequena, mas repleta de aprendizados, de sincronicidade e encontros surpreendentes, de idas e vindas, de amor por uma causa: que a consciência possa ser presente diariamente tal como é o nosso vestir de cada dia. E que possamos nos vestir para a paz de um mundo sustentável, porque um mundo sustentável só pode ser um mundo de paz. Que possamos hastear em nossos corpos bandeiras da paz! Saudações às pessoas e aos parceiros que fizeram e fazem essa história e esse presente ECOTECER.

Quanta coisa já aconteceu em 4 anos! Estamos fazendo uma seleção de fotos para contar a história Ecotece. Para começar, as fotos do dia da fundação:

26/09/05 - Assembléia de Fundação

26/09/05 - Assembléia de Fundação

Secretária e Tesoureiro assinando o estatuto

Secretária e Tesoureiro assinando o estatuto

 
 

Oficina para Reformar roupas - By Mutation, em parceria com Super Cool e Ecotece 25 setembro, 2009

Arquivado em: Cursos, Eventos, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 3:11 pm

 
 

Salto alto provoca problemas de postura em adolescentes 24 setembro, 2009

Arquivado em: Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 6:05 pm

Adolescentes que usam com frequência calçados de salto alto podem sofrer comprometimento do alinhamento postural e da biomecânica normal da marcha. A conclusão é da dissertação de mestrado da fisioterapeuta Patrícia Angélica de Oliveira Pezzan, defendida recentemente na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), sob a orientação da professora Silvia Maria Amado João. O objetivo do estudo foi analisar a influência dos calçados de salto alto, do tipo anabella, na postura e na marcha de jovens entre 13 e 20 anos de idade.

Foram analisadas 50 usuárias e 50 não-usuárias desse tipo de calçado. Os resultados mostraram que o uso do salto alto influencia de forma negativa tanto a postura da coluna lombar, pelve e membros inferiores, quanto à marcha das meninas em fase de crescimento.

“Qualquer uso de salto alto por muitas horas seguidas, e muitas vezes na semana, pode trazer problemas em qualquer idade. Mas, se as adolescentes já começam cedo a fazer uso prolongado do salto alto, podem terminar a fase de crescimento ósseo e muscular já com alterações na postura e na marcha. Essas alterações, ao longo do tempo, podem gerar dores, um desequilíbrio muscular muito grande, estresse articular e até degeneração das articulações”, alerta Patrícia, que é professora do curso de Fisioterapia da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), de Poços de Caldas.

Clique aqui para ler a matéria completa.

Fonte: Agência USP de Notícias (Por Da Redação - agenusp@usp.br)

Da Assessoria de Imprensa da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP)

 
 

Desfile Final do Concurso Eco Fashion Brasil

Arquivado em: Eventos, Institucional Ecotece, Notícias, Todos Arquivos — Ecotecendo @ 5:47 pm

O desfile final do Concurso Eco Fashion Brasil aconteceu ontem, 23 de Setembro, durante a 12ª Semana SENAI Fashion Design e foi contemplado por uma platéia com cerca de 400 pessoas. A presidente do Instituto Ecotece, Ana Cândida Zanesco fez a palestra de abertura do evento tratando do tema Vestir Consciente, Moda e Sustentabilidade.

Cada um dos dez finalistas apresentou na passarela cinco looks diferentes seguindo a proposta de produção sustentável. Algodão orgânico, corantes naturais, linho, cânhamo, reforma de roupas de brechô, couro vegetal, retalhos e refugos, bordados, tecelagem manual e até mesmo tecido de velas de barco foram alguns dos materiais e técnicas utilizadas pelos candidatos em suas produções.

Os finalistas participaram do workshop Fundamentos do Vestir Consciente ministrado pelo Instituto Ecotece e de reuniões técnicas com estilistas para o desenvolvimento de suas coleções o que possibilitou um aprimoramento dos resultados tanto artísticos como de coerência com as práticas de sustentabilidade.

“O resultado do desfile mostrou que conseguimos cumprir um dos principais objetivos do concurso, que é levar para dentro das universidades a reflexão de como criar moda com princípios da sustentabilidade”, disse o idealizador do concurso, Célio Baião.

E os premiados foram:
1o. lugar: Jeanne  Okretic – Senac – São Paulo - Coleção: Mastro virou Cabide - reutilização de tecidos de vela de barco.
2o. lugar: Roberto A. S. Filho – Univali – Baln. Camboriú - Coleção: Adoro - descontrução e reconstrução de roupas de brechó.
3o. lugar: - Izabela Starling – Anhembi Morumbi – São Paulo - Coleção: Antes de mais nada, tudo - reaproveitamento de roupas antigas aliadas a malhas e linhas de fibras naturais.

Algumas fotos do desfile, dos três premiados e da equipe de organização e jurados:

Look feito de vela de barco
+infos:
www.ecofashionbrasil.com

Fotos: Ana Fuccia

 
 

Dorina Nowill promove evento de moda e inclusão 23 setembro, 2009

Arquivado em: Eventos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 3:54 pm

A Fundação Dorina Nowill para Cegos irá realizar o 1º Encontro Estilo Elegância e Equilíbrio, Práticas e reflexões sobre o universo da moda e consumo, contemplando também necessidades das pessoas com deficiência visual. O evento, que será realizado nos dias 30 de setembro e 1º de outubro, é aberto ao público em geral, com custos de R$60,00, ou R$35,00 para clientes e familiares da Fundação Dorina Nowill para Cegos e outras instituições.

Os temas abordados serão: comportamento e etiqueta; escolha, independência, organização e moda; o mercado de moda e a pessoa com deficiência visual como consumidora; moda e audiodescrição. Além disso, serão oferecidas oficinas temáticas de moda, estilo e maquiagem. Ao final, haverá um desfile, com audiodescrição.

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Informações e inscrições: (11) 5087-0970 com Glete
voluntariado@fundacaodorina.org.br

Parceiro: FMU - Faculdades Metropolitanas Unidas.

>Realização: Fundação Dorina Nowill para Cegos
Apoios: C&A Modas, Fecomércio, Teatro Raul Cortez, Natura Comésticos, Ótica Miguel Gianini, Uranio, Milla Mathia - Consultora de Imagem

Clique aqui e veja a programação completa do evento.

 
 

Na Batida por um Mundo Melhor 22 setembro, 2009

Arquivado em: Eventos, Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 7:04 pm

Dia 26 de setembro, a ONG Arte na Lata e a Pistache&Banana (que produz moda ecológica) farão o lançamento nacional da camiseta ”Na Batida por um Mundo Melhor”.

Ao som da música que emana de instrumentos construídos com sucata e objetos reciclados - por crianças e adolescentes - será realizado o lançamento oficial desta ação em prol da ONG Arte na Lata, que poderá, com a renda da comercialização das camisetas, ampliar os projetos já implantados e colocar em prática novas idéias.

O projeto é audacioso e tem como objetivo principal dar oportunidade para jovens se envolverem com práticas do bem, além de descobrir, valorizar e respeitar tantos talentos escondidos e desconhecidos do grande público.

Além disso, o Movimento Na Batida por um Mundo Melhor, em outubro de 2009, apresentará seus shows e a camiseta em Portugal, além de outros países que já demonstram interesse em importar e aplicar o singular talento brasileiro de educar e incluir pessoas através de ações diferenciadas e de quebra, disseminar a cultura da sustentabilidade.

Serviço:

Show do Arte na Lata na Pistache&Banana

Presença da cantora Quelinah , madrinha do projeto e de outros artistas e celebridades.

Dia 26 de setembro 2009

Horário: 14h às 17h

Rua Harmonia, 198 - Vila Madalena

Telefone (11) 2528 8280

www.artenalata.org.br

www.pistachebanana.com.br

 
 

Do lixo ao luxo: A moda dos materiais reciclados 21 setembro, 2009

Arquivado em: Eventos, Marcas e produtos, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 9:15 am

Por e adaptado de Pryka Almeida*

Garrafas pets viram blusas. Películas de cinema transformam-se em bolsas. Planta tradicional da Amazônia torna-se tecido 100% ecológico. Difícil de acreditar? Nada como criatividade, bom gosto e pensamento vanguardista para estilistas levarem às passarelas e para o dia-a-dia uma moda ecologicamente correta.

Os acessórios utilizam material reciclado e as roupas são feitas a partir de fibras, tintas e tecidos naturais, que na hora da produção não utilizam produtos químicos, fertilizantes, pesticidas ou qualquer produto prejudicial à natureza.

A designer Rubia Calazans recicla a película de cinema, material que leva mais de 100 anos para se degradar, na confecção de bolsas, tops, colares, entre outros. Em todas as peças de Rubia, os acabamentos são feitos manualmente. Uma equipe que faz o processo inicial, mas a finalização fica por conta da designer. O material reciclado é trabalhado com pontos de crochê, fechos de velcro ou metais.

No caso de tecidos, existe um exemplo de pesquisa bem sucedida do estilista Caio Von Vogt. Há aproximadamente 10 anos, ele criou o primeiro tecido 100% ecológico e orgânico do mundo, o EcoVogt, com patente e registro internacional. Este é fabricado pela Companhia Têxtil de Castanhal e feito de fibra de juta, planta cultivada na Amazônia.

Inicialmente, a juta era utilizada apenas na produção de sacos, forração de tapetes, entretelas e outros. A partir da pesquisa desenvolvida por Von Vogt, agora é possível utilizá-la na confecção de camisetas, ecobags (bolsas que substituem as sacolas plásticas), cintos e etc.

O que faz com que o tecido EcoVogt seja 100% ecológico e orgânico é o processo de utilização de fixadores e amaciantes extraídos de plantas nativas brasileiras na hora do tingimento. São plantas como açafrão, pau-brasil, urucum, entre outras, que trazem a cartela de 12 cores.

Clique aqui para ler a matéria completa.

Rubia Calazans http://www.byrubiacalazans.com
Caio Von Vogt
http://www.caiovonvogt.com.br
Eco Fashion Brasil
http://www.ecofashionbrasil.com

* Matéria originalmente publicada na edição #16 da revista A Capa Especial Meio Ambiente - Setembro de 2008

 
 

Ecotece abre a premiação do Eco Fashion Brasil 17 setembro, 2009

Arquivado em: Eventos, Institucional Ecotece, Notícias, Todos Arquivos — Aline @ 9:41 pm

A presidente do Instituto Ecotece, Ana Cândida Zanesco, fará a abertura da premiação do concurso Eco Fashion Brasil, na semana 12ª Semana Senai Fashion Design. A apresentação será no dia 22 de setembro, às 20h30 e, na seqüência, haverá o desfile dos finalistas.

O Ecotece participou da banca avaliadora dos projetos que concorreram ao prêmio.

O Prêmio Eco Fashion Brasil é um concurso aberto, que visa valorizar a criação

brasileira dentro da tendência mundial de ecodesign na área de estilo de moda, sob o foco da inovação de processos, produtos, design, métodos de comunicação e formas de relacionamento.

Veja a programação do SENAI Fashion, de 22 a 25 de setembro:

www.sp.senai.br/portal/vestuario/conteudo/programa.pdf

Os interessados em ir, podem confirmar presença no link acima.